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O projeto Excelências traz informações sobre todos os parlamentares em exercício nas Casas legislativas das esferas federal e estadual, e mais os membros das Câmaras Municipais das capitais brasileiras, num total de 2368 políticos. Os dados são extraídos de fontes públicas (as próprias Casas legislativas, o Tribunal Superior Eleitoral, tribunais estaduais e superiores, tribunais de contas e outras) e de outros projetos mantidos pela Transparência Brasil, como o (financiamento eleitoral) e o (noticiário sobre corrupção).

O projeto disponibiliza espaço para que os políticos retratados apresentem argumentos ou justificativas referentes a informações divulgados no projeto, como noticiário que os envolva, ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas, informações patrimoniais e outras. Para providenciar o registro de algum eventual comentário, solicita-se que o político entre em contacto com a Transparência Brasil.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Rio de Janeiro: Militar abre o berreiro ao ser preso por assalto a taxista



O soldado da Aeronáutica Bruno Almeida dos Santos, de 21 anos, foi preso na manhã de ontem por agentes da Divisão de Capturas da Polinter acusado de assaltar um taxista. Ao ser abordado pelos agentes da Polícia Civil, ele estava de serviço na Base Aérea do Galeão, na Ilha do Governador, e chorou sem parar ao ser apresentado na delegacia. Contra o militar havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça pelo crime de roubo com emprego de arma de fogo e concurso de pessoas, quando faz alguém refém. Se for condenado, pode ficar mais de 15 anos na cadeia.
De acordo com os agentes da Polinter, em 2012, Bruno e três comparsas ainda não identificados roubaram um taxista em Irajá, Zona Norte do Rio, e o mantiveram como refém. Além do dinheiro do motorista de praça, o grupo também roubou o veículo. As investigações foram conduzidas pelas 27ª DP (Vicente Carvalho), e o soldado foi reconhecido pela vítima. Com isso, o pedido de prisão foi feito à Justiça.
Segundo o delegado Rafael Willis, titular da Polinter, Bruno não prestou depoimento por causa da crise de choro. "Tentamos ouvi-lo, mas ele só chorava e nem conseguia falar. Queríamos descobrir as informações dos outros comparsas que estavam com ele no dia do crime e seguem sendo investigados, mas o acusado só chorava", afirmou Willis, dizendo que, ao ser transferido para a cadeia da Aeronáutica, o soldado chorou ainda mais
Fonte: Meia Horanformações Adicionais

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