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O projeto disponibiliza espaço para que os políticos retratados apresentem argumentos ou justificativas referentes a informações divulgados no projeto, como noticiário que os envolva, ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas, informações patrimoniais e outras. Para providenciar o registro de algum eventual comentário, solicita-se que o político entre em contacto com a Transparência Brasil.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Soldados do Exército são denunciados por homicídio



Crime ocorreu em dezembro de 2011, no Complexo do Alemão: jovem inocente de 15 anos foi baleado pelas costas


CHRISTINA NASCIMENTO
Rio - Dois soldados do Exército foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) pela morte do adolescente Abraão da Silva Maximiano, de 15 anos, em dezembro de 2011, no Complexo da Penha. Os militares, que eram da Força de Pacificação e estavam em patrulhamento, vão responder por homicídio qualificado, que prevê entre 12 anos e 30 anos de prisão.
Segundo o procurador da República, Fernando Aguiar, responsável pelo caso, o adolescente estava desarmado e foi atingido nas costas. Ele morreu na hora. Os soldados Douglas Luciano e Hudson Costa vão responder na 8ª Vara Federal Criminal, e não na Justiça Militar, porque foi um crime doloso contra a vida de um civil.
A investigação revelou que não foram encontradas drogas ou armas com Abraão, e que o tiro que o matou foi disparado de um fuzil 7.62 mm. “Eles (militares) fizeram uma avaliação equivocada. Mas quando você tem uma arma na mão isso pode se transformar numa tragédia, como aconteceu”, disse Aguiar.
Na época, a família afirmou que, no momento do disparo, Abraão teria acabado de jogar futebol. O jovem, que era órfão, não tinha passagem pela polícia. Já os militares alegaram que o rapaz estava com dois homens suspeitos, que teriam fugido da abordagem e feito disparos na direção deles.
“Não resta dúvida de que as Forças Armadas prestaram relevante serviço ao Rio, participando do processo de pacificação das comunidades tomadas pelo tráfico e pela violência. No entanto, fatos como este, em que um adolescente foi morto com um tiro de fuzil nas costas, precisam ser submetidos ao poder Judiciário, a fim de que seus executores sejam devidamente responsabilizados”, afirmou o procurador.
O Dia

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