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O projeto Excelências traz informações sobre todos os parlamentares em exercício nas Casas legislativas das esferas federal e estadual, e mais os membros das Câmaras Municipais das capitais brasileiras, num total de 2368 políticos. Os dados são extraídos de fontes públicas (as próprias Casas legislativas, o Tribunal Superior Eleitoral, tribunais estaduais e superiores, tribunais de contas e outras) e de outros projetos mantidos pela Transparência Brasil, como o (financiamento eleitoral) e o (noticiário sobre corrupção).

O projeto disponibiliza espaço para que os políticos retratados apresentem argumentos ou justificativas referentes a informações divulgados no projeto, como noticiário que os envolva, ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas, informações patrimoniais e outras. Para providenciar o registro de algum eventual comentário, solicita-se que o político entre em contacto com a Transparência Brasil.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Você sabe para onde vai?


Você sabe para onde vai?

ROBERTO SHINYASHIKI*


Eu prestei serviço militar como enfermeiro em uma unidade da Infantaria.
Enfermeiros tinham algumas mordomias. Uma delas era receber a comida do cassino dos oficiais nos dias de plantão. Mas, quando não estava de serviço, comia no rancho dos cabos e soldados.
A qualidade da comida era totalmente diferente. O serviço, nem se fala. Os soldados e cabos tinham de se servir no bandejão, enquanto os oficiais eram servidos por garçons bem treinados.
Um dia me dei conta de que o soldado que comia no rancho nunca iria comer no cassino e alguém que comesse no cassino dos oficiais nunca iria se servir no bandejão.

Essa experiência marcou a maneira de pensar minha carreira – e também orientar os profissionais que supervisionava.
Na vida profissional, um caixa de supermercado pode se transformar no dono de uma grande rede de varejo, e um presidente de multinacional pode ficar desempregado por muito tempo, mas na maioria das vezes isso não acontece. Quem fica muito tempo no chão de fábrica raramente vai ser diretor, e se você se tornar alto executivo vai ter muita dificuldade para se adaptar ao chão de fábrica.
Por isso, como estratégia de carreira, temos de estar atentos se o nosso caminho leva aonde queremos chegar.
Um bom exemplo disso são os palestrantes. Quem dá palestras para o chão de fabrica dificilmente vai dar palestras para diretores de multinacional.
A cada movimento de carreira, eu sempre penso: isso vai me levar para o cassino dos oficiais?
Um exemplo pessoal: fiz meu curso de medicina em uma faculdade de segunda linha. Mas, quando me formei, fui fazer especialização nos Estados Unidos. Quando comecei a orientar altos executivos fui fazer doutorado na Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo.
Para construir uma carreira de sucesso, você tem de começar da maneira certa. Tem de entrar pela porta certa.
Não se engane. Aquela história de que você deve começar por baixo e ir subindo aos poucos, na maioria das vezes não funciona tão bem como dizem.
Na empresa em que você trabalha existe um caminho que leva diretamente ao restaurante dos diretores. E tem outra entrada que vai levar para o rancho dos sargentos.
A forma de começar a carreira é crucial. Por isso, prepare-se para entrar por cima. O mais por cima que for possível.
O que você acha que leva alguém ao Cassino ou ao Rancho dos sargentos?
Se você perceber que a sua posição está lhe fazendo ficar sempre no mesmo lugar, procure outro modo de agir.
Onde termina o caminho que você está trilhando?
* Roberto Shinyashiki é autor dos best-sellers Sem Medo de Vencer; A Revolução dos Campeões; O Sucesso É Ser Feliz; Os Donos do Futuro; Você, a Alma do Negócio; O Poder da Solução; Heróis de Verdade; Tudo ou Nada e Os Segredos dos Campeões

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