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O projeto Excelências traz informações sobre todos os parlamentares em exercício nas Casas legislativas das esferas federal e estadual, e mais os membros das Câmaras Municipais das capitais brasileiras, num total de 2368 políticos. Os dados são extraídos de fontes públicas (as próprias Casas legislativas, o Tribunal Superior Eleitoral, tribunais estaduais e superiores, tribunais de contas e outras) e de outros projetos mantidos pela Transparência Brasil, como o (financiamento eleitoral) e o (noticiário sobre corrupção).

O projeto disponibiliza espaço para que os políticos retratados apresentem argumentos ou justificativas referentes a informações divulgados no projeto, como noticiário que os envolva, ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas, informações patrimoniais e outras. Para providenciar o registro de algum eventual comentário, solicita-se que o político entre em contacto com a Transparência Brasil.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Protesto rouba a cena no desfile do 54º BIS em Humaitá


Protesto rouba a cena no desfile do 54º BIS em Humaitá



HUMAITÁ (AM) - Um protesto pacífico no desfile de 07 de setembro, chamou a atenção neste feriadão, mulheres caracterizadas de palhaço, com cartazes com frases,
reivindicando respeito por parte dos oficiais do 54º BIS roubaram a cena no
desfile do Batalhão do Exército. Segundo informações colhidas no local, as
manifestantes são esposas de sargentos que por direito deveria ter sido transferidos
para outras cidades há pelo menos um ano atrás, mais segundo elas, seus
esposos não conseguiram suas transferências, permanecendo em Humaitá.
O pior segundo elas é que chegou somente agora as transferências, mais para locais em desacordo com suas vontades... Tentamos contato com o comandante
do Batalhão em Humaitá para que ele pudesse explicar o fato, porém, o mesmo preferiu não se pronunciar sobre o assunto.



Jô Silva (esposa)
“É fácil criticar quando não se sabe como é a vida de uma Esposa de Militar!
A maioria deixa tudo por causa da profissão do marido, tem que se virar para
conseguir emprego de ano em ano, outras tem que ficar em casa se dedicando
aos filhos, porque em muitas cidades não há mercado de trabalho. As pessoas pensam que Militares recebem muito, são bem remunerados... Mas isso é
porque não tem acesso ao contracheque! As cidades são boas, mas temos direito de querer morar próximo a família ou em outro lugar... Imaginem criar seus filhos
com pouco contato com os tios, primos, avós, etc... Enfim, não reclamamos de
barriga cheia como dizem, só lutamos por nossos direitos! E ainda dizem: Estão
nessa vida porque querem... Sim, é porque queremos, afinal somos humanas, não escolhemos quem vamos amar, e o amor é isso!”
Symone Araújo (esposa)
“A reivindicação não é direcionada a sociedade de Humaitá, ou a prefeitura da
mesma, nem ao governo do estado e sim ao EXÉRCITO BRASILEIRO, mais
precisamente a DCEM (Órgão que cuida da transferência dos militares). O que acontece é que nós, esposa e militar, escolhemos uma cidade ( E não me refiro somente a Humaitá) fronteiriça, não necessariamente pelo valor que ganhamos como adicional, porque na verdade não dá para nada, uma vez que temos que pagar por uma alimentação cara, escola cara, passagens caras, uma falta de
estrutura hospitalar, falta de lazer, etc. Muitos optam pela possibilidade do
encerramento desse período, para ter o direito de ir para sua cidade desejada. A maioria da população não entende como se dá essa transferência, não entende como é o tramite do processo e simplesmente levam esse tipo de manifestação para o lado pessoal, achando que não damos o valor devido à cidade que optamos morar, o que não é necessariamente a verdade. Claro e evidente
que se me perguntassem se eu preferia morar na capital de um estado ou na
fronteira dele, pode ter certeza que não pensaria duas vezes em responder
que na capital, e creio que muitos pensam assim, inclusive aqueles que lá
nasceram porque sabemos que a estrutura de uma cidade grande não se compara
com a do interior”.
O protesto pode ter sido um tiro no pé do general UBIRATAN POTY que é o
Comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, o General-de-Brigada
era o Subchefe do Centro de Inteligência do Exército, em Brasília - Distrito Federal e estava marcando presença no Palanque de autoridades presentes no desfile
cívico de 07 de setembro em Humaitá. Certamente ninguém do comando militar
esperava o protesto das esposas dos sargentos prejudicados pela demora em suas transferências. Em se tratando de exército, a manifestação deverá ser
apurada o mais breve possível e deve render punições aos militares prejudicados.
Até alguns anos atrás jamais se imaginaria que poderia acontecer um protesto
publico envolvendo militares de nossas forças armadas, este é um sinal claro de
que as coisas estão mudando, ou pelo menos tentando mudar. Até o fechamento
desta matéria não recebemos nenhuma in formação se o protesto teve seu objetivo alcançado. acriticadehumaita


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Um comentário:

Anônimo disse...

Militares que estão em GU Especial com 3 ou 4 anos de sede receberam este "presentinho" na semana passada. Inclusive aqueles que marcaram a opção para não serem movimentados.
Quem está completando 2 anos foi um pouco diferente: os que pediram para ficar mais 1 ano foram movimentados e os que pediram para sair não foram atendidos. Dá para entender?

Estão tentando preencher as GU de difícil recompletamento com o pessoal de GU Esp.
O dinheiro já não é grandes coisas e as mudanças para a família são muitas. Agora com estas "surpresas" só quero ver quem vai pedir fronteira, sabendo que o retorno poderá ser para São Paulo, por exemplo.

Com o pessoal de Brasilia... sombra, água fresca e Nordeste, aguardem.

Com a DCEM, nunca está tão ruim que não possa piorar...


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