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O projeto Excelências traz informações sobre todos os parlamentares em exercício nas Casas legislativas das esferas federal e estadual, e mais os membros das Câmaras Municipais das capitais brasileiras, num total de 2368 políticos. Os dados são extraídos de fontes públicas (as próprias Casas legislativas, o Tribunal Superior Eleitoral, tribunais estaduais e superiores, tribunais de contas e outras) e de outros projetos mantidos pela Transparência Brasil, como o (financiamento eleitoral) e o (noticiário sobre corrupção).

O projeto disponibiliza espaço para que os políticos retratados apresentem argumentos ou justificativas referentes a informações divulgados no projeto, como noticiário que os envolva, ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas, informações patrimoniais e outras. Para providenciar o registro de algum eventual comentário, solicita-se que o político entre em contacto com a Transparência Brasil.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

STM CONDENA FUZILEIRO NAVAL QUE FALSIFICAVA ATESTADOS MÉDICOS

Militar que falsificava atestado médico é condenado a um ano de prisão

O soldado fuzileiro naval D.F.S, que falsificou atestados médicos, teve a pena de um ano de prisão mantida pelo Superior Tribunal Militar (STM). A Corte também manteve o benefício da suspensão condicional da pena pelo prazo de dois anos e o regime inicialmente aberto, concedidos pela primeira instância, a Auditoria Militar de Rio de Janeiro (RJ).
O soldado foi condenado pelo crime de falsidade ideológica, previsto no artigo 312 do Código Penal Militar (CPM). De acordo com a denúncia, o militar falsificou dois atestados médicos, usufruindo, assim, de 18 dias de licença domiciliar. O fuzileiro naval confessou o crime e defendeu-se alegando sofrer de problemas psicológicos na época.
A defesa interpôs recurso ao STM, pedindo a sua absolvição. Segundo o pedido, o princípio da insignificância deveria ser aplicado ao caso, uma vez que o fuzileiro naval confessou o crime e que não houve prejuízo à Administração Militar.
Para o relator, ministro Marcos Martins Torres, o princípio da insignificância não pode ser aplicado. Isso porque, segundo o ministro, a falsificação cometida pelo militar representou efetiva ofensa à fé pública. Segundo o relator, nos crimes de falsidade ideológica, não é necessário que o agente atinja o seu objetivo, bastando haver a potencialidade do dano para se configurar o crime, conforme jurisprudência firmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O relator também destacou que o denunciado provocou prejuízo à Administração Militar, já que ele estava escalado para o serviço no Batalhão Naval e, com a dispensa, diminuiu o contingente à disposição da Força. Para ele, o militar agiu com dolo, pois teve a intenção de enganar a Administração Militar e, por isso, deve ser punido, já que ficou comprovado que ele não possui distúrbios psiquiátricos ou qualquer outro problema que reduza sua capacidade de discernir a ilicitude de sua conduta.
STM

BANCADA MILITAR: BOLSONARO TEM RAZÃO!

Raciocínio tão óbvio quanto interessante do deputado Jair Bolsonaro:
"Por ano cada parlamentar dispõe de R$ 12,5 milhões no orçamento. Caso tivéssemos um deputado em cada estado, por legislatura teríamos R$ 12,5 x 4 x 27 = R$ 1,35 bilhões.
No mais, mesmo que fossem 10 deputados com o mesmo ideal teríamos grande poder de veto, impedindo ou retardando o trâmite de projetos contrários aos interesses da Força ou de seus integrantes.
O Congresso pode ser adjetivado de tudo, mas tudo que acontece ou deixa de acontecer em nossas vidas passa por ele."

Abaixo, fac-símile do Secretário de Economia e Finanças do Exército, dando conta da aplicação da verba de emenda individual destinada por Bolsonaro para hospitais militares no RJ e pedindo o empenho do deputado para destinar mais recursos no orçamento de 2012.

Gostando-se ou não de Bolsonaro, o fato é que sua ideia é corretíssima: somente com uma bancada comprometida com as demandas dos militares conseguiremos mudar a atual situação de penúria em que nos encontramos, incluídos aí desde os equipamentos sucateados até os salários cada vez mais minguados.
É isso, ou continuar de pires na mão à espera das humilhantes gorjetas do Executivo
 
 
FONTE: MONTENDO.BLOGSPOT.COM

SOLDADO DO EXÉRCITO É PRESO POR ASSALTO A MÃO ARMADA EM MACEIÓ

Soldado do Exército é preso por assalto a mão armada


Valterlan e José Claudevan foram presos 
em Coqueiro Seco

O soldado do Exército Valterlan da Silva Oliveira, 23 anos, foi preso, juntamente com o comerciante, identificado como José Claudevan Belarmino da Silva, 34, acusado de assaltar uma residência, localizada na Travessa São Geraldo, no Centro de Coqueiro Seco. Com o militar, a Polícia apreendeu um revólver Rossi, calibre 38, com seis munições intactas.
A prisão ocorreu num trecho da Rodovia BR-316, nas imediações da Mafrial, em Satuba. Os acusados estavam num veículo Gol, cor branca, placa KJZ 7969/AL, quando foram abordados pela guarnição da PM.
A Polícia informou ter sido avisada do assalto pelo irmão do cidadão Antônio Laurindo de Barros, 55, proprietário da casa, de onde eles roubado aparelhos elétricos e equipamentos eletrônicos, além de R$ 202,00 em dinheiro.
Na Central de Polícia, no Prado, José Claudevan declarou que a ação teve o apoio de outros dois elementos, identificados como Marcos e Rogério, que teriam fugido numa moticicleta. O soldado do EB foi conduzido para o quartel da corporação, no Farol, esta manhã.

SOLDADO DO EXÉRCITO É PRESO POR ROUBO EM ARACAJU

SOLDADO DO EXÉRCITO É PRESO POR ROUBO EM ARACAJU

Soldado do Exército preso por roubo
Ele é acusado de envolvimento em assalto e teria sido reconhecido
Cássia Santana

Soldado confessa que amigo brincou de assalto 
(Fotos: Cássia Santana / Portal Infonet)

O soldado do Exército Pedro de Andrade Paixão Júnior foi autuado em flagrante delito por prática de assalto supostamente ocorrido no início da madrugada desta quinta-feira, 29, no bairro Santos Dumont, em Aracaju. Ele nega o assalto, diz que estava na companhia de amigos e que um deles teria feito uma brincadeira, entre eles mesmos, simulando um assalto, mas que teria sido interpretado erroneamente por um cidadão que passava pelo local, que acabou atirando o relógio e o aparelho de telefonia móvel em direção ao grupo que acompanhava o soldado.
A versão do soldado não convenceu e soou como confissão aos ouvidos da autoridade policial. O delegado Wellington Fernandes não tem dúvida que houve uma tentativa consumada de assalto. “Temos a confissão do soldado, os objetos do crime recuperados em poder deles, uma arma e munição apreendidas, depoimento de testemunhas e o reconhecimento da vítima”, informou o delegado, responsável pela lavratura do flagrante ocorrido na madrugada na Delegacia Plantonista.

Carro que o grupo ocupava
Na companhia do soldado do Exército estavam Anderson dos Santos da Silva, Gustavo Rafael Fontes do Nascimento e Cássio Cardoso dos Santos. Os quatro foram autuados em flagrante, segundo o delegado Wellington Fernandes, por roubo circunstanciado com base no artigo 157 do Código Penal Brasileiro, que pode culminar em pena, em caso de condenação dos acusados, de reclusão que varia entre quatro a dez anos, além de pagamento de multa. E ainda com a possibilidade da pena ser aumentada de um terço até a metade àquela aplicada pela autoridade judicial, conforme previsto no parágrafo segundo, incisos I e II, daquele mesmo artigo, por ter sido o crime praticado com emprego de arma e envolvimento de mais de duas pessoas.
Os quatro ocupavam um Siena de placa HZU – 9083/SE, de propriedade do próprio soldado Pedro Júnior. Dentro do veículo, estava um revólver e munições escondidos embaixo de um dos bancos do veículo, recuperados pelos policiais militares responsáveis pela perseguição e prisão dos acusados. Com os acusados, segundo o delegado Wellington Fernandes, também foram encontrados os objetos supostamente roubados da vítima, cuja identidade não foi divulgada: o relógio e o aparelho de telefonia móvel, segundo a Polícia.

Gente de bem
O soldado do Exército conversou com jornalistas. Disse que não tinha perfil de assaltante e se declara gente de bem. “Tenho meu emprego, ganho R$ 1,2 mil, tenho meu carro, sou estudante, sou solteiro e não preciso sair por aí roubando celular e relógio de ninguém”, desabafou.
O soldado revelou que saiu por volta das 22h10 da quarta-feira, 28, da Faculdade no bairro Siqueira Campos, onde está matriculado no Curso de Administração. De lá, conforme revelou, ele teria seguido para a Praia 13 de Julho e, quando retornava para a residência, no Santos Dumont, decidiu parar em uma lanchonete onde encontrou os amigos, que o convidaram a ir à Praia de Atalaia para a casa de umas amigas. “Paramos para urinar e Gustavo tirou uma brincadeira comigo, gritando que era um assalto. No momento, ia passando um rapaz que se assustou, jogou o relógio e o celular e saiu correndo. Me assustei (sic) e também corri em direção ao carro”, contou.
A partir daí, segundo revelou, acabou perseguido por motocicletas, no primeiro momento, e, posteriormente, abordado por policiais que ocupavam uma viatura da PM. “Eles mandaram a gente parar e já vieram com grosseria me batendo, dizendo que a gente estava com seis armas”, defende-se o soldado do Exército, queixando-se de dores no rosto e nas costas, que teriam sido provocadas pelas supostas agressões dos policiais militares.
O soldado e os amigos deles permanecerão presos e só serão libertados, segundo o delegado Wellington Fernandes, por determinação judicial. Pela manhã, familiares deles foram visitá-los na Delegacia Plantonista e demonstraram indignação com o tratamento dos policiais envolvidos na operação que culminou com a prisão dos acusados.

TREINAMENTO DO EXÉRCITO COM ALTA TECNOLOGIA - VEJA O VIDEO

VÍDEO: TREINAMENTO DO EXÉRCITO COM ALTA TECNOLOGIA





Comento:
O equipamento parece ser excelente. A lamentar, vê-lo ser utilizado com os ParaFAL,  fuzis da 'terceira idade', completamente obsoletos se comparados com as armas modernas que equipam os melhores exércitos do mundo.

REAPARELHAMENTO: FAB apresenta P3 -AM, o guardião do Pré-sal

REAPARELHAMENTO: FAB apresenta P3 -AM, o guardião do Pré-sal

Sediados na Bahia, os aviões de patrulha marítima serão empregados na vigilância das águas territoriais brasileiras.

O P-3AM Orion, que integra oficialmente a frota da Força Aérea Brasileira, a partir desta sexta-feira (30), devolve à FAB a capacidade de detectar, localizar, identificar e, se necessário, afundar submarinos. É o que o jargão militar chama de guerra antissubmarina (ASW, na sigla em inglês). A Aviação de Patrulha não realizava missões ASW desde a desativação do P-16 Tracker, em 1996. Os atuais P-95 “Bandeirulha”, aeronaves menores e com diferenças operacionais, não têm essa capacidade.
Além da capacidade ASW, o P-3AM também carrega armamentos como os mísseis Harpoon, capazes de afundar navios de guerra além do alcance visual.
Com quatro motores, a aeronave tem grande autonomia, podendo permanecer em voo durante 16 horas - isso equivale a uma viagem de Recife a Madri sem escalas. Os sensores eletrônicos embarcados na aeronave são os mais modernos que existem. Tudo isso confere ao P-3AM a capacidade estratégica de vigilância marítima de longo alcance. “É como se nós déssemos um salto de quatro décadas na nossa capacidade tecnológica”, explica o Gerente do Projeto P-3BR da Força Aérea, Coronel Aviador Ari Robinson Tomazini.
Soberania - A Petrobrás estima que a camada do pré-sal contenha o equivalente a cerca de 1,6 trilhão de metros cúbicos de gás e óleo. Caso a estimativa seja confirmada, o Brasil ficará entre os seis países que possuem as maiores reservas de petróleo do mundo, atrás somente de Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait e Emirados Árabes. Toda essa riqueza encontra-se no Oceano Atlântico, na zona econômica exclusiva (ZEE) brasileira. A nova aeronave estará envolvida na vigilância dessa área.
Além do patrulhamento dessa área estratégica, o P-3AM assumirá um papel determinante nas missões de busca e salvamento. Por força da Convenção de Chicago, da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), o Brasil é responsável pela busca e salvamento de aeronaves e navios numa área com seis milhões de km² (praticamente todo o Atlântico Sul). Os P-3AM da FAB equipam o Esquadrão Orungam (1º/7º GAV) que opera na Base Aérea de Salvador, uma unidade histórica para a Aviação de Patrulha brasileira.
A nova aeronave também ajudará na defesa do meio ambiente, identificando os responsáveis pelo derramamento de óleo, tanto acidentais quanto provocados. Algumas embarcações que transportam petróleo costumam lavar os tanques com a água do mar. Essa prática criminosa deixa uma mancha de óleo que polui e afeta a vida marinha. Os sensores do P-3AM conseguem identificar os rastros na superfície do mar e, desta forma, identificar a embarcação de origem, mesmo muitas horas depois da abertura dos tanques. O P-3AM pode fotografar o navio infrator e encaminhar as fotos com um relatório para as autoridades ambientais, como prova para a aplicação de multas. Outra atividade ilegal que a aeronave certamente poderá combater é a pesca na Zona Econômica Exclusiva do Brasil, uma faixa de 370 quilômetros a partir da costa brasileira. As embarcações estrangeiras que praticarem a pesca nessa área também poderão receber multas.
O P-3AM é a versão militar do famoso avião comercial Lockheed Electra II, que ficou conhecido no Brasil como o avião utilizado na ponte aérea Rio de Janeiro-São Paulo, de 1975 até 1991. A versão militar foi inicialmente concebida para a Marinha dos Estados Unidos, como aeronave especializada em guerra antissubmarina e patrulhamento marítimo. Posteriormente, foi adquirido por outros países, principalmente por integrantes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), chegando a ser operado por 17 nações.
A Força Aérea adquiriu 12 aeronaves P-3 da Marinha dos EUA, sendo que duas já foram entregues e outras sete estão sendo modernizadas pela Airbus Military. As demais servirão como suprimento.


Fonte: Agência Força Aérea

Brasil começa a retirar tropas do Haiti em 2012

Brasil começa a retirar tropas do Haiti em 2012




Em março de 2012, 257 militares brasileiros retornarão ao Brasil como parte do programa de retirada das tropas do Haiti. Ao mesmo tempo em que o atual ministro Defesa, Celso amorim, anunciou redução de 11% no efetivo verde-amarelo, o governo autorizou o envio 300 militares para a missão da ONU no Líbano.


Atualmente, o Brasil chefia a missão com 2.185 militares – o maior contingente internacional da operação da ONU.


A diminuição é fruto de um estudo feito em julho pela ONU, que sugeriu ao secretário-geral Ban Ki-moon uma redução geral de 18% do número do efetivo na missão. Mais 1,6 mil oficiais de outros países também devem deixar o país.


O número total, portanto, deve cair de 8,7 mil militares para 7,1 mil ao longo do ano que vem – mesmo número de militares que estavam no país antes do terremoto de janeiro de 2010.


Conforme amorim falou à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, a porcentagem da redução de brasileiros será menor que a de militares dos outros 17 países que têm tropas no Haiti.


O ministro justificou o início da retirada relatando que a ordem e a segurança social no Haiti já foram consolidadas. Conforme amorim falou à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, a porcentagem da retirada de brasileiros será menor que a de militares dos outros 17 países que têm tropas no Haiti. O Brasil é responsável pela proteção da capital, Porto Príncipe, a área mais insegura do país, o que limita a limita a retirada brasileira.


A decisão final sobre a redução de contingente da Minustah (nome da missão de paz) ainda deve ser aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU no dia 15 de outubro.


Também ontem, o Congresso permitiu o envio de um navio da Marinha e até 300 militares no dia 4 de outubro para reforçar a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil). A iniciativa visa monitorar o tráfego na costa libanesa para tentar evitar a entrada de armas no país.


O país
- O Haiti se tornou independente a partir de uma revolta de escravos, tendo sido o primeiro do planeta a abolir a escravidão, ainda no final do século XVIII.
- Tem um dos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) mais baixos do mundo.
- Desde 2004, com a saída do ex-presidente Jean-Bertrand Aristide, forças de paz da ONU foram encaminhadas para o Haiti para manter a ordem no país.
- Os brasileiros auxíliaram o país após um terremoto de magnitude 7 na escala Richter, ocorrido em 12 de janeiro de 2010 atingir o Haiti. Calcula-se que mais de 300 mil pessoas morreram.

Marinha começa a comprar sistema que irá monitorar pré-sal

Marinha começa a comprar sistema que irá monitorar pré-sal
Aparelho também será usado em salvamentos e no combate ao tráfico e ao contrabando
ELIANE CANTANHÊDE
COLUNISTA DA FOLHA
A Marinha assinou contrato de R$ 31 milhões para definir a arquitetura técnica, operacional e financeira de um sistema de satélite, radares e equipamentos de sensoriamento submarino para monitorar o mar territorial brasileiro, especialmente a área do pré-sal.
Chama-se Sisgaaz (Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul) e, segundo o comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, a presidente Dilma e o ministro da Defesa, Celso amorim, garantiram recursos para deflagrar e posteriormente implantar o projeto.
O contrato foi assinado com a Fundação Aplicações de Tecnologias Críticas (Atech), entidade de direito privado sem fins lucrativos.
O sistema terá como alvo a chamada "amazônia azul", que compreende a foz do rio Amazonas, todo o litoral e o mar territorial brasileiro (as milhas sobre as quais o país tem jurisdição).
A área se tornou estratégica com a sucessiva ampliação do espaço petrolífero.
Moura Neto explicou que o futuro sistema se integrará a outro em elaboração pelo Exército e destinado às fronteiras terrestres do Norte. Ambos terão uso civil e militar.
O sistema também será voltado para socorro e salvamento, controle da pesquisa de espécimes, meteorologia e repressão ao tráfico de drogas, ao contrabando, à pirataria e à poluição hídrica.
Os valores globais dependem da conclusão do projeto da Atech, em até dois anos, quando será lançado o edital de licitação. A estimativa para o outro sistema, o Sisfron, por exemplo, é R$ 10 bilhões.
O projeto prevê o desenvolvimento de radares de vigilância baseados em terra e de diferentes alcances, o sensoriamento remoto por radar, câmeras nos principais portos e a aviação de vigilância marítima, além de Vants (veículos aéreos não tripulados) e Blimps (dirigíveis).
A indústria internacional acompanha o passo-a-passo do projeto, mas o comandante destaca uma determinação direta da presidente: o principal satélite de monitoramento será nacional.
"A independência brasileira é crucial. Nosso objetivo não é de ataque, é de dissuasão. Nenhum outro país ou organização pode ter condições de cegar um satélite que é para enxergar, calar um satélite que é para falar", disse.
Segundo ele, a mudança de ministro da Defesa, do jurista Nelson Jobim para o diplomata Celso amorim, seu ex-colega de escola primária, "foi só de personalidade, não de metas, porque a Defesa está muito bem estruturada".
O comandante disse que, apesar dos pesados gastos no Orçamento da Defesa, o programa nuclear e de construção de submarinos convencionais da Marinha "está passando bem por 2011". Quanto a 2012, os recursos previstos são de R$ 2,1 bilhões.

Amorim critica baixo investimento militar no Brasil

Amorim critica baixo investimento militar no Brasil
JOÃO CARLOS MAGALHÃES
DE BRASÍLIA
Em seu primeiro pronunciamento no Senado após assumir o ministério da Defesa, Celso amorim criticou ontem o baixo investimento do governo nas Forças Armadas.Convidado para falar na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, ele listou projetos para a modernização das Forças e reclamou da pouca verba disponível para executá-los.
Segundo amorim, o gasto bélico brasileiro é proporcionalmente o mais baixo dentre os países do Bric (grupo de países emergentes composto por Brasil, Rússia, Índia e China).
Enquanto os chineses gastam em torno de 2,2% do PIB no setor, esse percentual no Brasil é de cerca de 1,3% (ou R$ 60 bilhões), disse a assessoria do ministério.
"Nosso equipamento é 40 anos, 50 anos atrasado, isso é uma constatação que tenho ouvido das várias Forças", disse amorim.
Apesar da crítica, ele disse que a presidente Dilma Rousseff compreende a necessidade de investimento e que só não age de maneira mais rápida devido às incertezas geradas pela crise econômica.
Um dos exemplos de decisões postergadas é a compra de 36 novos caças, cujas negociações foram suspensas no início do ano sob o argumento de que era necessário cortar custos.
Segundo amorim, o prazo final para a aquisição dessas aeronaves é o final de 2013.
O discurso do ministro ecoa uma opinião já cristalizada entre militares e aproxima amorim de seus comandados, que viram com desconfiança a ida do ex-chanceler para a pasta.
FOLHA DE SÃO PAULO

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

CADETE DA AMAN É INTERNADO EM UTI APÓS PASSA MAL EM TREINAMENTO


Resende: cadete da Aman passa mal depois de treinamento

Continua internado na UTI – Unidade de Tratamento Intensivo - do Hospital Samer, em Resende, o cadete da Academia Militar das Agulhas Negras, Renan Mendonça Borges Gama. Ele está no 3º ano do curso de artilharia e se sentiu mal depois de um exercício de treinamento no fim de semana. Os médicos trabalham com três hipóteses de diagnóstico: leptospirose, febre maculosa ou rabdomiólise, que é a quebra rápida de músculo esquelético devido à uma lesão. O comando da Aman disse que tomou medidas administrativas para apurar o caso.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

AGU derruba decisão que suspendia seleção de militares temporários da FAB


A Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu derrubar, no Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), decisão que suspendeu em todo o país o processo seletivo para contratação de militares temporários para a Força Aérea Brasileira.
O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma Ação Civil Pública para anular a seleção dos técnicos que vão atuar nas áreas de saúde e ensino da Aeronáutica alegando que era necessária a realização de provas escritas, bem como exames de avaliação psicológica aprovados pelo Conselho Federal de Psicologia. A 21ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco acolheu esse pedido do MPF e, antecipadamente, pediu liminar que determinasse a suspensão do processo seletivo.
A Procuradoria Regional da União na 5ª Região (PRU5) recorreu então ao TRF5 onde conseguiu demonstrar que militares possuem um regime jurídico próprio, estabelecido pelos artigos 142 e 143 da Constituição Federal.
O Desembargador que analisou o caso concordou que "a aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, prescrita pelo inciso II do Art. 37 da CF, não é exigida para o ingresso na carreira militar em virtude de serem os militares integrantes de uma categoria especial de servidores da Pátria".
Os advogados da União Percy Thomas e Petrov Baltar, que atuaram no caso, afirmaram que a decisão tem particularidades que a tornam relevantes na medida em que retoma procedimento de seleção para a contratação de 300 militares temporários, que conta com mais de 5.000 inscritos em todo o país. "Cassamos um precedente perigoso, na medida em que a exigência de prova escrita, para a contratação de militares temporários, contraria legislação específica," informaram.
Mais informações no endereço eletrônico www.agu.gov.br.

Soldado da FAB salva vida e é homenageado pelo Exército em Porto Velho


PARABÉNS GUERREIRO BRASILEIRO!!!


O soldado da Força Aérea Brasileira Bruno Rodrigo de Sousa Furtado, 20 anos, do efetivo da Base Aérea de Porto Velho (RO) recebeu, na sexta-feira (23/09), o título Amigo do Hospital de Guarnição de Porto Velho. A homenagem prestada pelo Exército Brasileiro foi um reconhecimento por ato de coragem e  bravura.
Na tarde de 21/08, o soldado Rodrigo mergulhou em um igarapé com  mais de cinco metros de profundidade para resgatar o motorista de uma caminhonete que estava submersa, depois de um acidente em  uma ponte na BR 364, no  sentido Porto Velho-Rio Branco. "Quando ouvi as pessoas gritando por ajuda, não pensei duas vezes; pulei e tirei o motorista", conta Rodrigo que ainda fez massagem cardíaca na vítima até a chegada dos bombeiros. Segundo ele, a maior dificuldade  foi abrir a porta do carro que estava travada.
Depois do resgate, Rodrigo descobriu que o motorista era Jones Cassiano Voitena Gomes, de 23 anos, soldado do Exército.  Para o Diretor do Hospital do Exército, Tenente Coronel Médico José Edacyr Simm, o que chamou a atenção no ato do Soldado Rodrigo foi a coragem e o desprendimento. "Ele arriscou a própria vida para salvar nosso soldado", afirmou.
Para o soldado Jones, o resgate marca o início de uma nova amizade. “Tenho informações que muita gente estava observando e apenas ele teve a iniciativa, não é qualquer um que arrisca a vida para salvar a de outra pessoa que nem conhece", disse o soldado que passou sete dias na UTI.



Fonte: BAPV

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Simulador de voo da aeronave C-105 Amazonas


Simulador de voo da aeronave C-105 Amazonas



Fonte: Portal FAB

domingo, 25 de setembro de 2011

Rock in Rio - Dinho Ouro Preto dedica música a Sarney e a platéia responde ...


Capital Inicial no Rock in Rio - Dinho Ouro Preto dedica música a Sarney e a platéia responde ...

CARTA DE TENENTE DA FAB À PRESIDENTA DILMA


CARTA DE TENENTE À PRESIDENTA

Marco Aurélio Reis - O Dia

Leitores ficaram na dúvida sobre o que diz em latim a abertura da carta enviada a presidenta Dilma Rousseff por tenente, que não se identifica publicamente, mas chama a atenção para abismos salariais na folha entre os militares das Forças Armadas e alguns grupos de servidores do Executivo, do Legislativo e até mesmo de governos estaduais.

Em Latim ele cita a Bíblia, livro de Tiago no Novo Testamento, capitulo 5, versículo 4:

"Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram as vossas terras, e que por vós foi diminuído, clama; e os clamores dos que ceifaram entraram nos ouvidos do Senhor dos exércitos".

Abaixo a íntegra da carta:

"Anápolis-GO, 18 de agosto de 2011.

Excelentíssima senhora Presidente da República Federativa do Brasil DILMA VANA ROUSSEFF

"Ecce merces operariorum qui messuerunt regiones vestras qui fraudatus est a vobis clamat et clamor ipsorum in aures Domini Sabaoth introjit". (Ia.5:4)

FABIANO BISPO DA SILVA (nome fictício), é Oficial da Força Aérea Brasileira (FAB), e ocupa o posto de Primeiro-Tenente-Aviador. Ele está lotado na Base Aérea de Anápolis, onde exerce a atividade de piloto do caça Mirage.

Anápolis sedia a Base Aérea que abriga o 1º Grupo de Defesa Aérea, cuja missão precípua é defender a Capital Federal de possíveis ataques externos.

O Mirage 2000C, que equipa a FAB, é um caça supersônico de interceptação, reputado como um dos melhores do mundo em sua área de atuação, e é utilizado para o policiamento diário do vasto território nacional.

Para pilotar essa aeronave de altíssima tecnologia, o Tenente Bispo passou por um árduo e primoroso preparo, que teve a duração de 8 (oito) anos, além de um imprescindível treinamento na França, que é o País de origem desse avião. Para ascender aos postos de sua longa carreira, Bispo passará ainda pelo Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais, Escola de Tática Aérea e Escola Superior de Guerra, dentre outros; etapas difíceis, que exigem do aviador militar inocultável resignação.

Esse militar, por ser uma pessoa normal como outra qualquer, um cidadão comum, é casado e tem um filho, ainda em tenra infância; destarte, ele experimenta todos os problemas, vicissitudes e necessidades inerentes a um pai de Família.

Quem reside em Anápolis pode conferir as atividades noturnas que os pilotos realizam, muitas vezes sob densas chuvas, isto porque a vigilância do nosso território requer tempo integral, e porque as hecatombes pretendidas pelas nações em conflito ocorrem também em situações adversas, daí as intensas missões nessas intempéries; missões essas que submetem os militares a apertadas escalas de serviços, furtando-os do salutar convívio com seus familiares em preciosos fins de semana e feriados.

Remuneração mensal do Tenente Bispo: R$ 5.000,00 (fonte: Internet).

FELÍCIO MANSO DA PAZ (nome fictício), é Técnico Legislativo, em exercício no edifício anexo ao Congresso Nacional, na atividade de ascensorista de elevador.Remuneração mensal do Técnico Manso: R$ 14.000,00 (fonte: Internet).

Permita-me, senhora Presidente, dizer a Vossa Excelência que eu vejo algumas semelhanças entre o Oficial e o Ascensorista: Ambos são servidores públicos federais; ambos são profissionais competentes nos seus afazeres; ambos são pais de Família e laboram pelo sustento digno de seus entes queridos; e ambos lidam com painéis repletos de botões.

O Aviador, dentro da carlinga do ultra-sônico, com seus diversos e complexos comandos, protege a Capital Federal, com seus Três Poderes constituídos, bem como todo o território nacional; o Ascensorista, dentro do elevador, conduz as insignes potestades aos andares correspondentes aos seus gabinetes.

E, por falar em apertar botões, lembrei-me agora de um adágio, que diz que todos os trabalhadores têm o humano direito de cometer erros em suas profissões, exceto dois: O médico e o piloto de avião.

Eu mesmo não gostaria de ver o Tenente Bispo cometer o mínimo deslize, ao riscar o seu bólido os céus da minha cidade, porque ele transporta poderosas munições que, se disparadas equivocadamente, podem trazer-me problemas cá em baixo... A pedra, uma vez atirada, não volta atrás... Daí o meu anelo em vê-lo com a mente sempre sarada!

Já o Ascensorista, ao dirigir o seu elevador ao décimo terceiro andar, pensando tê-lo dirigido ao décimo quarto, leva, por causa da sua humana desatenção, apenas uma leve reprimenda da autoridade conduzida, e se beneficia logo em seguida da oportunidade de se redimir do seu equívoco.

Sim, eu vejo algumas paridades entre esses dois profissionais, que servem com fé e orgulho à nossa Pátria, mas vejo, também, uma disparidade absurda e inaceitável, que os separa com uma distância abismal: A remuneração!

"Ah, mas a profissão militar é um verdadeiro sacerdócio!" -, vociferam os mais açodados, no afã de inferiorização da categoria.

Se levarmos em consideração a situação um pouco mais amena das Polícias Militares de algumas das nossas Unidades Federativas, com remunerações mais vantajosas, veremos que a situação dos militares das Forças Armadas (FFAA) se mostra ainda mais recrudescida.

Ora, aplicando-se a lógica das remunerações, em seus aspectos vários, onde existe um único auxiliar que percebe vencimento maior que o seu titular? Nas Casernas isto é possível, visto que há Polícias e Bombeiros Militares com soldos superiores aos seus postergados similares, nas FFAA. Só que aqueles são auxiliares destes!

Outra casta "sacerdotal" assaz privilegiada com o agradável e abundante tilintar das moedas é a Polícia Federal (PF). É que esta, por lhe ser permitido arvorar a bandeira do sagrado direito de greve, galga hoje alturas salariais tão notáveis que, comparativamente a ela, PF, a FAB realiza apenas voos rasantes e reles ataques ao solo.

Idêntico gozo dessa graça vivem os "sacerdotes" da Polícia Rodoviária Federal.

Eis, senhora Presidente, de forma clara e sucinta, a síntese do assunto que aflige os profissionais engajados nas fileiras das FFAA, em menção os aviadores, que preferem o manche do Caça ao da Aviação Civil, por honra ao Azul-Baratéia.

Ao expor aqui essa realidade incontestável, na qual procurei aplicar palavras agradáveis, e escrever com acerto discursos plenos de verdade (quaesivit verba utilia et conscripsit sermones rectissimos ac veritate plenos), anelo fazer um apelo à sensibilidade de Vossa Excelência no sentido de que, se não puder resolver cabalmente esse imbróglio, pelo menos lhe dar um considerável lenitivo, uma vez que o militar frequenta, como qualquer outro mortal, os intricados labirintos do Universo mercantil; e a farda que ele veste não se lhe constitui uma capa de isenção aos meandros do vil metal.

Aliás, se atentarmos bem para a verdadeira justiça, a de comparação do "sacerdócio" militar com o lídimo sacerdócio judaico/araônico, que é o sacerdócio propriamente dito, instituído consoante a Vontade Divina, temos que observar o que propalam as Escrituras Sagradas, que dedicam ao sagrado ofício sacerdotal todo o capítulo 18 do Livro de Números, no Pentateuco, mostrando-lhe os direitos edeveres.

Transcrevamos apenas os versículos 12 e 13, por nos serem bastante suficientes:

"TUDO O QUE do azeite HÁ DE MELHOR, e TUDO O QUE do mosto e do grão HÁ DEMELHOR, as primícias destes que eles derem ao Senhor, a ti as tenho dado. OS PRIMEIROS FRUTOS DE TUDO O QUE HOUVER NA SUA TERRA, que trouxerem ao Senhor, SERÃO TEUS..." (grifo meu, visando dar realce).

Seria a classe militar das fileiras das FFAA o sacerdócio por muitos difundido? Caso negativo, mister se faz tirá-la o quanto antes dessa incômoda situação, igualando-a com as outras classes militares e policiais há muito tempo valorizadas; caso positivo, urge fazer com que esses olvidados sacerdotes sejam alcançados pela abençoada mercê outorgada por Deus aos seus colegas da dispensação veterotestamentária, conforme os textos sagrados supracitados.
Respeitosamente,"

CONSELHO DE AMIGO









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O EXPURGO DA CASERNA


O EXPURGO DA CASERNA

Durante o período no qual o Brasil foi governado por Presidentes militares muitos erros e acertos foram cometidos. Três erros, entretanto, foram decisivos para a derrota estratégica que sofreram não só os cidadãos fardados, mas toda a força conservadora no país.

O primeiro deles foi a negativa do Marechal Castelo Branco em utilizar-se de uma estrutura similar ao DIP, da era Vargas, de maneira que pudesse combater a propaganda subversiva. O presidente não queria ter sua imagem atrelada à censura de Getúlio. O resultado foi a progressiva infiltração de idéias revolucionárias dentro da produção jornalística, cultural e artística.

O segundo erro foi o afastamento de Carlos Lacerda da cena política do país. Conservador de atuação política destacada, seu afastamento praticamente preparou o terreno para a tomada do poder pela esquerda, que os próprios militares haviam combatido (com massivo apoio popular), anos depois. O governo preocupou-se no combate à guerrilha e à subversão, mas esqueceu-se do front cultural e político. O resultado foi uma fragorosa derrota estratégica. Militarmente, comunistas, socialistas e a esquerda em geral foram derrotados. Politicamente, venceram. Assim, tal como os EUA no Vietnã, todas as batalhas foram vencidas, mas a guerra foi perdida.

O terceiro erro foi a estratégia do silêncio. Ao optarem pelo ostracismo, os militares facilitaram sobremaneira o trabalho de reescritura da história por parte dos então derrotados. Isto possibilitou às forças de esquerda a conquista do apoio popular e a substituição progressiva de valores tradicionais (chamados burgueses) por seu novo código de ética e moral (chamado de valores do povo), mesmo que esta nova escala de valores fosse inteiramente contrária ao que a população efetivamente pensava.

A soma destes três erros decretou a derrota do movimento de 31 de Março de 1964. Na verdade, a data marca apenas a troca de estratégia por parte da esquerda de tomar o poder. Da utilização da força para a conquista cultural e moral do país. Esta nova postura não foi percebida por nossos chefes militares a tempo, inclusive modificando algumas políticas externas do país, como a sua aproximação com a antiga URSS e o apoio ao movimento socialista em Angola. Os vermelhos chegaram de roldão ao poder, aparelharam o Estado e compraram mentes e corações com tolas idéias de igualdade ou com o vil metal.

A Comissão da Verdade, cujo representante dos militares será José Genoíno, é de fundamental importância para a comprovação de inúmeras declarações feitas por diversos integrantes do governo-Estado petista de que o Exército de hoje é diferente do Exército de ontem. O silêncio catacúmbico que reverbera nos quartéis a este respeito não deixa maiores dúvidas.

Os agentes do Estado que atuaram contra sequestradores, terroristas, estupradores, assassinos e assaltantes serão caçados, punidos, e presos. E os militares de hoje permanecerão em silêncio... Premonição? Mãe Dinah? Búzios? Não. Basta olharmos ao nosso redor para vermos o que aconteceu aos nossos hermanos uruguaios e argentinos. Oficiais e praças presos, acusados de atentado aos direitos humanos por terem lutado contra os criminosos que queriam mergulhar seus países na ditadura proletária. A carta dos militares argentinos presos (presos políticos) nos dá uma amostra do que está por vir. Nela, verificamos que a estratégia esquerdista é a mesma: de que o Exército Argentino de hoje é diferente do de ontem, afirmativa que os autores repudiam sob o argumento de que lá (tal como cá) o Exército é um só. Mas lá o "Exército de hoje" também se calou.

Sob a manta evasiva da disciplina, nada pode ser dito nem falado (sob pena de se quebrar um dos pilares do Exército). Sob este "respaldo" é que se guiam para calarem-se diante de uma situação que pode colocar na cadeia pessoas como o coronel Brilhante Ustra e ao mesmo tempo dar vencimento de general à família de Carlos Lamarca, sujeito que julgou e matou um tenente da Força Pública de São Paulo a coronhadas dentre outros crimes.

A Comissão da Verdade não é nada mais que um tribunal revolucionário aos moldes da VAR Palmares, MR-8, Vanguarda Popular Revolucionária e outros movimentos e organizações terroristas que julgavam e sentenciavam qualquer cidadão à revelia de qualquer instituto legal ou moral. Seu surgimento possui um único propósito: queimar os arquivos ainda vivos daqueles anos e garantir aos vitoriosos terroristas de ontem cada vez mais indenizações, à custa do bolso e do dinheiro do desmemoriado e explorado povo brasileiro.

Enquanto este verdadeiro ataque ao cerne do Exército é realizado, a preocupação maior dos militares é com os seus vencimentos, com os aumentos que não chegam jamais. É claro que esta é uma preocupação de extrema importância, mas muito mais urgente é o desmonte histórico que está se desenhando em nosso Exército e, por extensão às Forças Armadas. Por dinheiro, vende-se a própria alma, entrega-se ao carrasco amigos e companheiros de outrora.

O Exército de hoje é o mesmo de ontem e será o mesmo Exército de amanhã. Infelizmente, não é o que a conjuntura atual nos mostra. Desenha-se um verdadeiro expurgo da caserna.

Fonte: Lenilton Morato

Durante o período no qual o Brasil foi governado por Presidentes militares muitos erros e acertos foram cometidos. Três erros, entretanto, foram decisivos para a derrota estratégica que sofreram não só os cidadãos fardados, mas toda a força conservadora no país.

O primeiro deles foi a negativa do Marechal Castelo Branco em utilizar-se de uma estrutura similar ao DIP, da era Vargas, de maneira que pudesse combater a propaganda subversiva. O presidente não queria ter sua imagem atrelada à censura de Getúlio. O resultado foi a progressiva infiltração de idéias revolucionárias dentro da produção jornalística, cultural e artística.

O segundo erro foi o afastamento de Carlos Lacerda da cena política do país. Conservador de atuação política destacada, seu afastamento praticamente preparou o terreno para a tomada do poder pela esquerda, que os próprios militares haviam combatido (com massivo apoio popular), anos depois. O governo preocupou-se no combate à guerrilha e à subversão, mas esqueceu-se do front cultural e político. O resultado foi uma fragorosa derrota estratégica. Militarmente, comunistas, socialistas e a esquerda em geral foram derrotados. Politicamente, venceram. Assim, tal como os EUA no Vietnã, todas as batalhas foram vencidas, mas a guerra foi perdida.

O terceiro erro foi a estratégia do silêncio. Ao optarem pelo ostracismo, os militares facilitaram sobremaneira o trabalho de reescritura da história por parte dos então derrotados. Isto possibilitou às forças de esquerda a conquista do apoio popular e a substituição progressiva de valores tradicionais (chamados burgueses) por seu novo código de ética e moral (chamado de valores do povo), mesmo que esta nova escala de valores fosse inteiramente contrária ao que a população efetivamente pensava.

A soma destes três erros decretou a derrota do movimento de 31 de Março de 1964. Na verdade, a data marca apenas a troca de estratégia por parte da esquerda de tomar o poder. Da utilização da força para a conquista cultural e moral do país. Esta nova postura não foi percebida por nossos chefes militares a tempo, inclusive modificando algumas políticas externas do país, como a sua aproximação com a antiga URSS e o apoio ao movimento socialista em Angola. Os vermelhos chegaram de roldão ao poder, aparelharam o Estado e compraram mentes e corações com tolas idéias de igualdade ou com o vil metal.

A Comissão da Verdade, cujo representante dos militares será José Genoíno, é de fundamental importância para a comprovação de inúmeras declarações feitas por diversos integrantes do governo-Estado petista de que o Exército de hoje é diferente do Exército de ontem. O silêncio catacúmbico que reverbera nos quartéis a este respeito não deixa maiores dúvidas.

Os agentes do Estado que atuaram contra sequestradores, terroristas, estupradores, assassinos e assaltantes serão caçados, punidos, e presos. E os militares de hoje permanecerão em silêncio... Premonição? Mãe Dinah? Búzios? Não. Basta olharmos ao nosso redor para vermos o que aconteceu aos nossos hermanos uruguaios e argentinos. Oficiais e praças presos, acusados de atentado aos direitos humanos por terem lutado contra os criminosos que queriam mergulhar seus países na ditadura proletária. A carta dos militares argentinos presos (presos políticos) nos dá uma amostra do que está por vir. Nela, verificamos que a estratégia esquerdista é a mesma: de que o Exército Argentino de hoje é diferente do de ontem, afirmativa que os autores repudiam sob o argumento de que lá (tal como cá) o Exército é um só. Mas lá o "Exército de hoje" também se calou.

Sob a manta evasiva da disciplina, nada pode ser dito nem falado (sob pena de se quebrar um dos pilares do Exército). Sob este "respaldo" é que se guiam para calarem-se diante de uma situação que pode colocar na cadeia pessoas como o coronel Brilhante Ustra e ao mesmo tempo dar vencimento de general à família de Carlos Lamarca, sujeito que julgou e matou um tenente da Força Pública de São Paulo a coronhadas dentre outros crimes.

A Comissão da Verdade não é nada mais que um tribunal revolucionário aos moldes da VAR Palmares, MR-8, Vanguarda Popular Revolucionária e outros movimentos e organizações terroristas que julgavam e sentenciavam qualquer cidadão à revelia de qualquer instituto legal ou moral. Seu surgimento possui um único propósito: queimar os arquivos ainda vivos daqueles anos e garantir aos vitoriosos terroristas de ontem cada vez mais indenizações, à custa do bolso e do dinheiro do desmemoriado e explorado povo brasileiro.

Enquanto este verdadeiro ataque ao cerne do Exército é realizado, a preocupação maior dos militares é com os seus vencimentos, com os aumentos que não chegam jamais. É claro que esta é uma preocupação de extrema importância, mas muito mais urgente é o desmonte histórico que está se desenhando em nosso Exército e, por extensão às Forças Armadas. Por dinheiro, vende-se a própria alma, entrega-se ao carrasco amigos e companheiros de outrora.

O Exército de hoje é o mesmo de ontem e será o mesmo Exército de amanhã. Infelizmente, não é o que a conjuntura atual nos mostra. Desenha-se um verdadeiro expurgo da caserna.

Fonte: Lenilton Morato

APÓS CONFUSÃO COM POLICIAIS MILITARES, DEZ SOLDADOS DO EXÉRCITO SÃO PRESOS NA PARAÍBA


APÓS CONFUSÃO COM POLICIAIS MILITARES, DEZ SOLDADOS DO EXÉRCITO SÃO PRESOS NA PARAÍBA

Confusão: soldados do exército são presos pela polícia militar em Bayeux
Uma confusão entre cerca de dez soldados do exército e policiais militares em Bayeux foi parar na delegacia ontem (23). Uma guarnição da 3ª Cia composta pelos soldados Wagner e Modesto abordaram, por volta das 21h, vários soldados que estavam dirigindo em alta velocidade em ruas do Jardim Aeroporto, por trás da vila militar.
Segundo o PM Wagner, os soldados do exército que pertencem ao 16º RCMec, em Bayeux, apresentaram sintomas de embriaguez e por isso foram encaminhados para a delegacia. “No momento da abordagem houve certa confusão porque um deles estava com os ânimos alterados e queria reagir à nossa ação”, afirmou.
Na delegacia, dois deles fizeram o teste do bafômetro onde um foi apenas multado e o outro, Pablo Alexandre Marques, foi detido por embriaguez ao volante.

sábado, 24 de setembro de 2011

A PROBLEMÁTICA INDÍGENA VERSUS DEFESA NACIONAL

É fato notório que traidores apátridas desejam a implosão de nossa brasilidade.
  O Brasil é fruto do “luso-tropicalismo”, como nos ensinou Gilberto Freyre. A consolidação da nacionalidade brasileira se fez, basicamente, por uma intensa miscigenação e pela notável unidade linguística e territorial, processo que foi consubstanciado com a chegada da Corte Portuguesa, em 1808, há pouco mais de duzentos anos, tudo redundando na invejável Unidade Nacional deste País-Continente, pelo que Dom João VI é considerado, com justiça, o “Consolidador” desta Unidade. O Marquês de Pombal baixou a “Lei do Diretório de 1755” - estabelecendo o Português como nosso único idioma -, eis que a “língua geral”, dos indígenas, criada e propagada pelos padres jesuítas, por duzentos e dez anos, crescia entre a população, chegando a superar o idioma lusitano. Em suma, a nossa nacionalidade é de extração essencialmente portuguesa. Ela não provém das tabas indígenas, nem das cubatas africanas, tampouco de outras etnias, que, inegavelmente, também muito contribuíram para tal.
  Desafortunadamente, entretanto, há quem deseje implodir esse belo legado lusitano, na tentativa (que vem obtendo êxito, consigne-se) de conceder aos diversos grupos indígenas, um “status” totalmente diferenciado do concedido ao restante da população, como se não fôssemos um só povo, uma só Nação. Assim, deturpam, propositadamente, o conceito semântico de “Nação”, a fim de estendê-lo aos aborígines, com o intuito de conceder-lhes autodeterminação em relação ao Estado brasileiro, em frontal testilha com os artigos 1° e 4° da CF/88, o que pode resultar no infeliz fracionamento da unidade territorial e linguística, máxime na Amazônia, alcançada com ingentes sacrifícios por nossos ancestrais, ao longo de pouco mais de cinco séculos. E um dos instrumentos mais virulentos para esse jaez é a famigerada Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), “relativa aos povos indígenas e tribais” aprovada pelo Congresso (Decreto Legislativo 143/2002) cujo Decreto Presidencial 5051/2004 a promulgou, na qual é repetida, exaustivamente, a expressão “povos indígenas” (o que é uma porta aberta para a criação de enclaves ultranacionais, com vistas, principalmente, à internacionalização da Amazônia). Tal Convenção tem por objetivo “os povos em países independentes considerados indígenas pelo fato de descenderem de populações que habitavam o país ou uma região geográfica pertencente ao país na época da conquista ou da colonização ou do estabelecimento das atuais fronteiras estatais e que, seja qual for a sua situação jurídica, conservam todas as suas próprias instituições sociais, econômicas, culturais e políticas ou parte delas”. A Convenção somente impõe deveres aos Estados signatários, privilegiando os indígenas na garantia de emprego, no desenvolvimento de suas atividades, etc, e, principalmente, na preservação de sua cultura. Reza o artigo 14 do Protocolo: “Dever-se-á reconhecer aos povos interessados os direitos de propriedade e de posse sobre as terras que tradicionalmente ocupam”. Ora, pela Constituição, as terras que os índios ocupam são da União, mercê de seu artigo 20. Mas se a Convenção tem força de emenda constitucional, como se deslindar tal impasse? Vão prevalecer os termos da Convenção 169 da OIT ou as cláusulas do dito artigo 20 da Constituição Federal? São problemas assim que afetam a Soberania Nacional e deveriam ser de muito mais atenção pelas ditas “elites pensantes” do País... .
   Coronel Manoel Soriano Neto. Historiador Militar e Advogado. 



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VULNERABILIDADES DA DEMOCRACIA


Prof. Marcos Coimbra
Conselheiro Diretor do CEBRES, Titular da Academia Brasileira de Defesa e da Academia Nacional de Economia e Autor do livro Brasil
Soberano.
         A democracia é o melhor dos regimes, apesar de não ser perfeita. Contudo, ela possui inúmeras vulnerabilidades, que são aproveitadas pelos totalitários de plantão, sejam eles filiados a uma ou outra corrente de pensamento. Tivemos exemplos no século passado, de um lado e de outro. Numa recordação de sistemas ideológicos antípodas, aparentemente, encontramos na Alemanha, Hitler, e na antiga URSS, Stálin. E é interminável a lista dos partidos e dos seus chefes que impuseram a ditadura, de fato, em inúmeros países, fingindo-se de democratas. Ao ganhar as eleições e empalmar o poder, transformam-se passo a passo, eliminando os obstáculos existentes, direta ou indiretamente, até implantar sub-repticiamente um regime totalitário, travestido sob uma capa aparentemente democrática.
         Primeiro, fortalecem o partido base, de credo totalitário, nomeando milhares de integrantes para postos estratégicos na administração do Executivo sob seu comando. Celebram então alianças espúrias com partidos que não são capazes de sobreviver longe do poder, concedendo-lhes um naco do butim. Consolidam desta forma um bloco governista servil, dócil, um verdadeiro prato de ovos com bacon. Somente, o partido totalitário entra com os ovos, como a galinha, enquanto seus aliados colaboram com o bacon, como os porcos (que são exterminados no ato da doação), dominando o Legislativo.
         Em seguida, vão dominando os cargos no Judiciário com a nomeação de apaniguados, em especial para as mais altas Cortes do país. Em paralelo, vão estimulando um progressivo processo de deterioração de todas as Instituições Nacionais, principalmente aquelas capazes de reagirem contra a implantação do regime de força, como as Forças Armadas. Partem também para a cooptação das classes empresariais, oferecendo-lhes a oportunidade de obtenção de ganhos vultosos, em licitações suspeitas e legislação simpática. É exemplo característico a permissão dada ao segmento financeiro, bem como a grandes empreiteiras, de ganhar o que quiserem, sem o devido controle.
 O passo seguinte é o controle dos meios de comunicação, em parte já reféns de verbas publicitárias sob o controle de um órgão central, diretamente vinculado aos detentores do poder político. Mas eles querem mais. Seu verdadeiro objetivo é calar definitivamente qualquer corrente expressiva ainda não subordinada ao seu jugo. Então é chegada a hora da adoção da denominada “democracia plebiscitária”, onde conseguem aprovar qualquer coisa desejada, aproveitando-se da ausência de oposição, da força avassaladora de seu poder e da falta de educação do povo, fragilizado pelo deficiente sistema educacional, propositadamente, de forma a transformá-lo em manada, incapaz de pensar. Votam com a emoção, não com a razão. É chegada a hora então de alterar a Constituição em vigor, permitindo a reeleição sem limite, alterando-a de forma a subverter o processo democrático, como é o exemplo da eleição com lista fechada e praticando o nepotismo eleitoral. O poder passa das mãos do ex-presidente para um continuador(a) do processo, É frequente o emprego crescente de políticas assistencialistas e clientelistas para assegurar o voto da maioria das parcelas mais pobres da população em seus candidatos.
No plano externo, concedem às grandes potências colonialistas aquilo que desejam, ou seja, seus recursos naturais e até mesmo o território do país, por via indireta, com pretextos vários, como demarcação de áreas indígenas, de quilombolas, ou algo semelhante. Cedem a qualquer exigência de países com a mesma ideologia, subtraindo do seu povo recursos escassos em benefício do povo de outras nações. Como são internacionalistas, independentemente de orientação ideológica, demonstram seu desprezo pelos valores, tradições e ideais dos nossos antepassados.  Procuram reescrever a história, da forma como melhor lhes aprouver, objetivando a formação de um pensamento único, totalitário, tão bem exemplificado pelo genial escritor George Orwell (Eric Blair) em seu profético livro 1984.
Presenciamos em nosso entorno, infelizmente, vários exemplos significativos desta ação, com algumas nuances, em diversos estágios. Venezuela, Bolívia, Equador, Paraguai, Uruguai, Argentina e outros. A Colômbia já atravessa um processo híbrido de transição e o Chile está em crise, com um presidente não pertencente a esta linha de procedimento submetido a um ataque feroz, que tem o nítido propósito de derrubá-lo.
O leitor está encontrando algum exemplo de um país próximo submetido a processo semelhante? Se não vejamos. No antigo Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, sob a direção do seu então chefe Luiz Gushiken , um dos cenários prospectivos traçados partia da premissa de que Lula seria o presidente da República em 2022, ano de comemoração do bicentenário da independência do Brasil. Isto é possível com seu retorno ao poder em 2014, sendo reeleito em 2018 e permanecendo no poder até 2022.
         Será que isto não é o bastante para despertar  a indignação do povo e motivar o início de uma campanha de âmbito nacional para evitar a perda da nossa democracia? O país já perdeu muito e é chegada a hora de lutar para resgatar o que foi perdido. Vamos combater, ombro a ombro, para preservar o futuro de nossos descendentes. Eles não nos perdoarão, caso não saibamos cumprir nosso dever.
Correio eletrônico:mcoimbra@antares.com.br
Sítio: www.brasilsoberano.com.br (Artigo de 21.09.11-MM).

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CIVIL É CONDENADO POR RESISTÊNCIA E AMEAÇA A SENTINELA



O civil B.T.S. foi condenado a seis meses de detenção por incurso no crime de resistência mediante ameaça ou violência, tipificado no artigo 177 do Código Penal Militar (CPM). A sentença de primeiro grau foi proferida pela Auditoria Militar de Brasília e o réu pode recorrer em liberdade. Ele também foi beneficiado com a suspensão da pena por dois anos e o regime inicialmente aberto.
De acordo com a denúncia do Ministério Público Militar (MPM), já era madrugada quando o civil – embriagado – saiu de uma festa de casamento na Vila dos Sargentos, em Brasília, e começou a criar tumulto em frente à entrada principal do local, insultando as sentinelas. Segundo as testemunhas, ele teria dito que os militares em serviço eram “novinhos” e que eram soldados porque não tinham estudado.
Em seguida, o acusado teria começado a exigir que um carro da patrulha fosse chamado para levá-lo até em casa, alegando ser direito seu, já que tinha servido à Aeronáutica por seis anos. Quando uma das sentinelas se virou para acionar um sargento, ele teria tentado dar um soco no soldado e tomar a arma dele, mas teria sido contido pelos outros militares. A polícia militar foi acionada e B.T.S. foi conduzido à delegacia para registro de boletim de ocorrência.
B.T.S. confirmou que estava bêbado na ocasião e que teria levado dois empurrões das sentinelas, antes de ser golpeado com um cassetete e imobilizado. Entretanto, nem o civil nem o militar ofendido foram submetidos a exames de corpo de delito.
O Ministério Público Militar pediu a condenação do civil com base em dois artigos do CPM: 158 – violência contra militar de serviço, cuja pena mínima é de três anos de reclusão; e 299 – desacato a militar, com pena mínima de seis meses de detenção.
A Defensoria Pública da União suscitou duas preliminares: a da incompetência da Justiça Militar para julgar o processo; e o fato de o caso já ter sido registrado em ocorrência policial. Para o MPM, as preliminares não procedem, já que os crimes em tela foram cometidos por um civil contra militar que estava cumprindo serviço, escalonado por um oficial superior, situação essa agasalhada pelo CPM.
O Ministério Público ressaltou que nenhuma providência havia sido tomada no âmbito da Justiça Comum em relação ao caso, nem mesmo nos juizados de pequenas causas. O Conselho Permanente de Justiça rejeitou por unanimidade as preliminares da DPU.

Falta de provas
A Defesa de B.T.S. advertiu que não havia provas materiais de que a agressão contra a sentinela havia de fato ocorrido, já que não houve nenhum exame pericial e os depoimentos das testemunhas eram contraditórios e inconsistentes.
A juíza-auditora Zilah Fadul Petersen ponderou que o argumento da defesa era válido, já que não havia nos autos materialidade totalmente provada em relação ao crime do artigo 158 do CPM. “As divergências entre os depoimentos colhidos durante o flagrante e o juízo devem ser consideradas”, afirmou.
Para a magistrada, a conduta do réu deveria ser analisada em sua totalidade e não fragmentada em dois crimes diferentes. Dessa forma, ela votou pela absolvição do crime capitulado no artigo 158 – violência contra militar em serviço-, e pela condenação, por desclassificação, nos termos do artigo 177, resistência mediante ameaça ou violência, todos do CPM. Por unanimidade, os membros Conselho Permanente de Justiça para a Aeronáutica seguiram o voto da juíza.
STM

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