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O projeto Excelências traz informações sobre todos os parlamentares em exercício nas Casas legislativas das esferas federal e estadual, e mais os membros das Câmaras Municipais das capitais brasileiras, num total de 2368 políticos. Os dados são extraídos de fontes públicas (as próprias Casas legislativas, o Tribunal Superior Eleitoral, tribunais estaduais e superiores, tribunais de contas e outras) e de outros projetos mantidos pela Transparência Brasil, como o (financiamento eleitoral) e o (noticiário sobre corrupção).

O projeto disponibiliza espaço para que os políticos retratados apresentem argumentos ou justificativas referentes a informações divulgados no projeto, como noticiário que os envolva, ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas, informações patrimoniais e outras. Para providenciar o registro de algum eventual comentário, solicita-se que o político entre em contacto com a Transparência Brasil.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

BASE AÉREA DE PORTO VELHO

A Base Aérea de Porto Velho - BAPV é uma base da Força Aérea Brasileira localizada na cidade de Porto Velho, capital do estado de Rondônia.

Com o objetivo de expandir a presença da FAB na Amazônia, a BAPV - Base Aérea de Porto Velho em Rondônia foi ativada no dia 17/maio/1984. Operando, inicialmente, com apenas uma aeronave U-7 Embraer Seneca, passou em breve a contar com as aeronaves da 2a Esquadrilha da 7a ETA, com os C-95 Bandeirante e C-98 Caravan, que aumentaram a capacidade de apoio aos batalhões de fronteira do Exército na região


Unidades aéreas

Opera na Base Aérea de Porto Velho as seguintes unidadesda FAB:
  • 2º Esquadrão do 3º Grupo de Aviação (2º/3º GAV), o Esquadrão Grifo
  • 2º Esquadrão do 8º Grupo de Aviação (2º/8º GAV), o Esquadrão



2º/3º GAv - Esquadrão Grifo

O Esquadrão Grifo tem suas origens no Sétimo Esquadrão de Transporte Aéreo (7º ETA), o Esquadrão Cobra, sediado na Base Aérea de Manaus e criado no dia 04 de julho de 1983, com a divisão da área do I COMAR e a criação do VII COMAR, a qual está subordinado. Equipado inicialmente com os Embraer C-95B Bandeirante, o Esquadrão Cobra, através de suas 1ª e 2ª Esquadrilhas, deu origem ao 1º/3º GAv em Boa Vista e ao 2º/3º GAv em Porto Velho, respectivamente.

O Segundo Esquadrão do Terceiro Grupo de Aviação (2º/3º GAv), Esquadrão Grifo, foi ativado pela Portaria nº R-619/GM3 de 28 de setembro de 1995, na Base Aérea de Porto Velho, Rondônia. Assim como o 1º/3º GAv e a extinta 2ª ELO, até setembro de 2001 eram esquadrões da Aviação de Ataque da FAB, mas desde então eles passaram a integrar a Aviação de Caça, subordinados à Terceira Força Aérea (III FAe).

Uma de suas missões mais importantes é a vigilância e o patrulhamento aéreo da região Amazônica e da fronteira Oeste do Brasil, em conjunto com o Esquadrão Escorpião (1º/3º GAv), baseado em Boa Vista, Roraima, sendo responsáveis pela manutenção da soberania brasileira na região, como um dos braços armados do COMDABRA - Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro.

A atuação do Esquadrão Grifo é em conjunto com outras unidades da FAB, como o 2º/6º GAv - Esquadrão Guardião, sediado na Base Aérea de Anápolis e que opera as aeronaves Embraer R-99A e R-99B, equipadas com radares para alerta aéreo antecipado e de sensoriamento remoto.
O Esquadrão Grifo realiza missões de interceptação e ataque, reconhecimento armado, reconhecimento visual, ligação, observação, C-SAR, controle aéreo aproximado, operações aéreas especiais e com outros órgãos do Governo Brasileiro, como a Polícia Federal atuando no combate a vôos ilícitos, principalmente de aeronaves de traficantes e contrabandistas.

Assim como o Esquadrão Escorpião e o Esquadrão Flecha, o Esquadrão Grifo utilizou os Embraer T-27 Tucano em sua versão de ataque ao solo A-27, anteriormente designado AT-27, mas essas aeronaves foram substituídas em fins de 2007 pelos Embraer A-29A e A-29B Super Tucano, também de fabricação nacional, porém com maior capacidade e alcance.





2º/8º GAv - Esquadrão Poti

O Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º GAv), conhecido como Esquadrão Poti, tem suas origens no Centro de Formação de Pilotos Militares (CFPM) no Primeiro Esquadrão do Quinto Grupo de Aviação (1º/5º GAv), na Base Aérea de Natal. Essa Unidade operava os bimotores Douglas B-26 Invader e foi transferido no início de 1971 para a Base Aérea do Recife. Através da Portaria nº R-004/GM3, de 17 de abril de 1973, foi determinada a desativação do 1º/5º GAv e a ativação do Segundo Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque (2º EMRA), subordinado ao Comando Aerotático, adotando como símbolo a figura do índio Poti.

Inicialmente o 2º EMRA foi equipado com aeronaves North American T-6D/G Texan, Neiva L-42 Regente e helicópteros Bell OH-4 Jet Ranger, estes depois substituídos ao final de 1974 pelos Bell UH-1H Iroquois. Contou também em sua dotação com aeronaves Neiva T-25 Universal e Embraer U-7 Seneca.

A denominação Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º GAv) foi implantada através da Portaria nº R-239/GM3, de 09 de setembro de 1980. A sua principal missão era formar e treinar pilotos e tripulantes de helicópteros em diversas missões, mantendo o preparo técnico-profissional de suas equipagens, permitindo o cumprimento de missões na Tarefa Operacional de Superioridade Aérea: Interceptação, Ataque, Escolta, PAC (Patrulha Aérea de Combate) e demais missões da Tarefa Operacional de Apoio ao Combate, além de executar as chamadas Operações Especiais: infiltração e exfiltração de tropas (utilizando as técnicas de Rapel, Pouso de Assalto e McGuire), Busca e Salvamento (SAR) e Busca e Salvamento em Combate (C-SAR) tanto na selva como no mar.

Em meados dos anos 80 o Esquadrão Poti foi equipado com helicópteros Helibras UH-50 Esquilo, montados no Brasil sob licença da Eurocopter. Essas aeronaves podiam ser armadas com pods para lançadores de foguetes SBAT 70/7 de 70 mm e metralhadoras MAG calibre 7,62 mm ou FN Herstal calibre 12,7 mm. Em 2006 a FAB alterou a designação de todos os seus helicópteros, retirando a letras C e U do nome, dessa forma, o UH-50 Esquilo passou a ser H-50 Esquilo.

No final de 2009, o Esquadrão Poti foi transferido da Base Aérea de Recife para a Base Aérea de Porto Velho, em Rondônia, passando a operar os helicópteros russos de ataque Mil Mi-35M Hind, denominados Mil AH-2 Sabre na FAB. As três primeiras aeronaves chegaram em dezembro de 2009 mas foram oficialmente incorporadas no dia 17 de abril de 2010. Com os Sabres, o Esquadrão Poti passou a realizar missões de ataque ao solo, apoio aéreo aproximado e escolta armada.



Atenção: O texto e a pesquisa são pertencentes ao Blog: http://anesesp.blogspot.com/
A reprodução é permitida, porém, solicito citar a fonte

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