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O projeto Excelências traz informações sobre todos os parlamentares em exercício nas Casas legislativas das esferas federal e estadual, e mais os membros das Câmaras Municipais das capitais brasileiras, num total de 2368 políticos. Os dados são extraídos de fontes públicas (as próprias Casas legislativas, o Tribunal Superior Eleitoral, tribunais estaduais e superiores, tribunais de contas e outras) e de outros projetos mantidos pela Transparência Brasil, como o (financiamento eleitoral) e o (noticiário sobre corrupção).

O projeto disponibiliza espaço para que os políticos retratados apresentem argumentos ou justificativas referentes a informações divulgados no projeto, como noticiário que os envolva, ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas, informações patrimoniais e outras. Para providenciar o registro de algum eventual comentário, solicita-se que o político entre em contacto com a Transparência Brasil.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

SERVIÇO MILITAR - Aeronáutica recebe novos 330 recrutas no Rio de Janeiro

 


A turma mais vibrante e empolgante dos últimos tempos. Assim foi denominada, pelos convidados, a primeira turma de Recrutas de 2011 do Batalhão de Infantaria da Aeronáutica Especial do Rio de Janeiro (BINFAE-RJ), composta por 330 jovens que sonhavam com esse momento.

A solenidade militar de Compromisso ao Pavilhão Nacional, presidida pelo Comandante do Terceiro Comando Aéreo Regional (III COMAR), Major Brigadeiro-do-Ar Luiz Carlos Terciotti, foi realizada na última terça-feira, dia 21 no III COMAR e foi prestigiada por cerca de 1400 pessoas, entre familiares e amigos que se emocionaram com a vibração e o entusiasmo dos Soldados de Segunda Classe que colocaram em prática, durante a formatura, o aprendizado que tiveram de ordem unida, disciplina e marcialidade, enaltecidos pelos aplausos dos convidados, quando formaram o Gládio Alado e as iniciais do Curso de Formação de Soldados (CFSD) no Pátio Sul do QG.

Antes da solenidade militar, os Soldados e seus convidados participaram da Missa em Ação de Graças, celebrada pelo Capelão do III COMAR, Coronel Milton Campos. Após a missa, o MB Terciotti fez um pronunciamento incentivando os formandos e alertando os pais, no sentido de estarem sempre presentes na vida dos seus filhos e atentos a todos os seus atos, e colocou-se a disposição para aqueles que precisassem de auxílio.

A entrega dos distintivos de Soldado de Segunda Classe, feita pelas madrinhas e pelos padrinhos, foi um momento de orgulho e emoção que invadiu o pátio do III COMAR.

Lucas Gomes dos Santos, que recebeu a homenagem das mãos do Comandante do III COMAR pelo primeiro lugar obtido no curso, afirmou que quer ficar na Força Aérea Brasileira (FAB) até quando for possível e pretende fazer a prova para Sargento Especialista. Os pais do Soldado, Mario Lucio dos Santos e Marli Gomes da Silva Santos, completam: “É um momento de grande emoção e orgulho ver nosso filho ingressando na Aeronáutica.”

Andrey de Assunção Lourenço Duarte, eleito pelos instrutores, monitores e companheiros o Aluno Padrão, também recebeu uma placa do MB Terciotti. Para ele a FAB é uma oportunidade de crescimento profissional: “Sempre quis ingressar na Aeronáutica e pretendo crescer na FAB conquistando, cada vez mais, a carreira militar. Sua mãe, Cristiane de Assunção Lourenço Duarte, se emocionou ao falar de seu filho: “Sempre quis que ele fizesse algo que o deixasse feliz e agora ele está realizando o sonho de entrar para a Aeronáutica. Estou muito contente por ver meu filho feliz e por ele ter sido escolhido o Aluno Padrão.”

Em seu pronunciamento, o Comandante do III COMAR, MB Terciotti, parabenizou os Soldados pelo brilhantismo da formatura e externou seu entusiasmo: “Poucas vezes vi uma tropa tão vibrante.” O Comandante manifestou o desejo de que os novos Soldados continuem valentes e guerreiros, e deu as boas vindas à FAB.

Os Soldados de Segunda Classe do III COMAR fazem parte da primeira turma de Recrutas de 2011 e passaram por 4 meses de treinamento no BINFAE-RJ, comandados pelo Aspirante a Oficial de Infantaria Raphael de Carvalho Ferreira . Durante esse período, eles tiveram aulas de legislação militar, ordem unida, instruções de campanha e armamento, munição e tiro, atendimento ao público, boas maneiras, primeiros socorros, patrulha e instrução de serviço, a fim de estarem aptos para o cumprimento de suas atividades defendendo os interesses nacionais.

Fonte: III COMAR

O Iran Avança e o Brasil Dorme em Berço Esplêndido

Por Duda Falcão
Vale lembrar leitor que o “Programa Espacial Iraniano” a dez ou quinze anos atrás se encontrava bem aquém do “Programa Espacial Brasileiro” e hoje apresenta resultados que o nosso programa jamais alcançou em 50 anos de existência.
Hoje o Brasil faz parte do grupo econômico conhecido como “BRICS”, formado também pela China, Rússia, Índia e a África do Sul, sendo que dentre os programas espaciais dos países do grupo o brasileiro é o único que não decolou até hoje (já que o “Programa Espacial Sul-Africano” só prevê o desenvolvimento de satélites de pequeno porte (microsatélites e tecnologias associadas) e de forma até agora bastante exitosa), apesar de ser o segundo mais antigo de todos, só atrás do da Rússia.
Infelizmente apesar da luta inglória de grandes profissionais brasileiros (técnicos, engenheiros e pesquisadores civis e militares) em 50 anos de programa não conseguimos sequer nesse período colocar por nossos próprios meios um simples “parafuso em órbita”, apesar da área de satélites ter alcançado alguns resultados através de foguetes estrangeiros.
http://www.missilethreat.com/repository/imgLib/20080208_080204iranrocket.jpgÉ extremamente frustrante além de preocupante para toda comunidade espacial do país (composta por menos de 3000 integrantes e diminuindo rapidamente por falta de reposição – a Índia tem 16 mil) que após esse tempo todo o resultado alcançado seja “pífio” se comparamos com os resultados alcançados por outras nações do mundo em um período bem menor de tempo.
Desde o início da década de 90 do século passado que essa comunidade vem se mobilizando ingloriamente para esclarecer aos “d…loides” de governos subseqüentes a importância do programa espacial para um país das dimensões territoriais do Brasil. Durante esses período foram realizadas reuniões reservadas com autoridades, audiências públicas, seminários, workshops, congressos, visitas oficias de autoridades do governo e do Congresso as instalações das instituições envolvidas com o programa e elaboração de documentos que até hoje não resultaram em nada, a não ser muito blá-blá-bla e promessas mirabolantes.
Assim sendo leitor, o resultado não poderia ser outro, e em nossa opinião o PEB vive hoje o pior momento de toda sua história (apesar da melhora dos recursos financeiros durante a segunda metade do Governo LULA, ainda que insuficientes) já que a classe política brasileira se recusa a entender o grande erro histórico e estratégico para nossa sociedade que esta sendo cometido por “omissão”.
Certamente isso gerará grandes conseqüências no futuro de nossa sociedade, já que o país está perdendo a competência tecnológica que resta adquirida nesses 50 anos num programa não só crucial para o país como para toda a humanidade.
O mundo já identificou há décadas que a tecnologia espacial é crucial para o desenvolvimento de suas sociedades, bilhões de dólares são investidos anualmente e outros bilhões são gerados por esses investimentos que trazem benefícios incalculáveis em todas as áreas do conhecimento humano.
Infelizmente só mesmo os “d..loides de Brasília” não enxergam ou se recusam enxergar (o programa espacial devido a ignorância da sociedade brasileira não dá voto, e sendo assim não é interessante para a classe política) o caminho adotado por esses países em direção dessa nova fronteira.
Países como a Argentina, que mesmo com grandes dificuldades financeiras, literalmente já ultrapassou o Brasil na área de desenvolvimento de satélites e se confirmadas as ultimas notícias divulgadas pela mídia, caminha seriamente para nos ultrapassar na área de foguetes.
Vale lembrar leitor, que desde o início da década de 70 (1971) os argentinos já tinham colocado um ser vivo (um macaquinho) no espaço em um vôo suborbital (veja o vídeo:
e se não fosse pelo inconseqüente ex-presidente argentino Carlos Menem que cedeu as pressões do governo americano cancelando o “Projeto Condon” (hoje isso não ocorre no governo da Cristina Kirchner que tem apoiado incondicionalmente o programa espacial do seu país) a Argentina hoje certamente faria parte do fechadíssimo clube espacial, formado por países que detém a tecnologia espacial de acesso ao espaço.

Militares do Exército são detidos após confusão em São José

 

Eles foram encaminhados à 3ª Delegacia de Polícia, no bairro Kobrasol


Três militares do Exército, dois sargentos e um cabo, foram detidos na noite desta quarta-feira na avenida Lédio João Martins, a Central do Kobrasol, em São José, na Grande Florianópolis. Segundo informações da Polícia Militar, eles se envolveram em uma confusão após uma suposta tentativa de furto de veículo.

Um policial militar à paisana desconfiou da movimentação do trio. Ele afirma ter ouvido estouro próximo ao veículo e, armado, abordou os militares. Os três deitaram no chão e foram levados para a 3ª Delegacia de Polícia, também no Kobrasol. Os militares tinham marcas de agressão no corpo.

DIÁRIO CATARINENSE E HORA DE SC



ESQUADRÃO DE ELITE DA FAB É TRANSFERIDO

FAB TRANSFERE ESQUADRÃO DE ELITE PARA MS



Tropa de elite da Força Aérea se instala em Campo Grande
Esquadrão Para-Sar é o único esquadrão terrestre da FAB.
Eles utilizam a estrutura da FAB para chegar a lugares improváveis.


Da TV Morena

Foi instalado nesta quarta-feira (29) em Mato Grosso do Sul mais um esquadrão de busca, salvamento e operações especiais. É o Esquadrão Para-Sar, uma tropa de elite da Força Aérea Brasileira (FAB). Eles formam o único esquadrão terrestre da FAB. Não possuem aeronaves, mas podem usar toda a estrutura da força aérea para chegar a lugares improváveis e cumprir missões sigilosas.
O comandante do esquadrão Para-Sar, Josué dos Santos Lubas explica a atuação do esquadrão. “Operações que exigem atuações cirúrgicas e de equipe altamente adestrada com equipamentos diferenciados que não envolvem tanto os homens. E o objetivo é conseguir uma vantagem militar para aquela unidade”, afirma.
Para o governo brasileiro, Mato Grosso do Sul é um estado estratégico para a segurança nacional, 200 militares do grupo de elite altamente treinado para atuar em operações especiais, virão para o estado. O primeiro grupo foi oficialmente instalado na base aérea.
O comandante da aeronáutica, brigadeiro Junti Saito veio de Brasília e anunciou mais novidades para Campo Grande. “Daqui a quatro ou cinco anos virá, com certeza, uma unidade de combate à jato da força aérea brasileira transferido do Rio de Janeiro para cá”, diz Saito.
Além da chegada dos militares também foi comemorado o dia da aviação de busca e resgate, o atual e um dos antigos comandantes em um encontro de gerações. O Esquadrão Pelicano, que vai completar 45 anos, é o primeiro a ser chamado em caso de acidente aéreo, resgate no mar e na terra. Treinados para buscar sobreviventes em situações dramáticas e trágicas, a eficiência do treinamento ajuda a salvar vidas.
O comandante do Esquadrão Pelicano, Potiguara Vieira Campos comenta que a rapidez da equipe é fundamental para o sucesso das missões. “Uma vez que nós somos acionados por telefone ou qualquer outro meio de acionamento, em 20 minutos nós estamos prontos para sair para qualquer lugar do país ou mesmo do exterior, tem um grupo de pessoas vocacionado, treinado, motivado e pronto para ação”, afirma Potiguara.
Cleonice, uma sobrevivente de um acidente aéreo que ocorreu em 1983 veio de Cuiabá, no Mato Grosso, para o dia de comemorações, ela estava em um avião que caiu na cidade de Sinop. Foram mais de 10 horas na mata esperando pelo resgate, hoje, quase 30 anos depois, a sobrevivente reviveu a emoção. “Que bom te ver, foi maravilhoso, muito obrigado do fundo do meu coração”, diz Cleonice.

Pelo menos dois mil projéteis de armamento de grosso calibre desapareceram em QUARTEL na ultima semana.

HISTÓRICO DE ROUBOS: DOIS MIL PROJÉTEIS DESAPARECEM DE QUARTEL DO RJ



Pelo menos dois mil projéteis de armamento de grosso calibre desapareceram no último dia 22, véspera do feriado de Corpus Christi, do Batalhão Escola de Comunicações, na Avenida Duque de Caxias, na Vila Militar. Alguns soldados da unidade estão, desde a semana passada, aquartelados por causa do furto do material. O setor de Comunicação Social do Exército confirmou na quarta-feira o desvio.
O Exército, entretanto, não informou que tipo de munição foi desviada do batalhão. Segundo a corporação, a falta do material foi notada na última segunda-feira. O fato está sendo apurado por inquérito policial-militar (IPM), instaurado pelo comando do Exército.
O Batalhão Escola de Comunicações é o responsável por realizar a segurança da área de sua jurisdição e instalar, explorar e manter o sistema de comunicações do Comando Militar do Leste, da 1ª Divisão de Exército, do Grupamento de Unidades Escola e da 9ª Brigada de Infantaria Motorizada.
O Rio tem histórico de roubo de armas e munições de quartéis. Em 3 de março de 2006, dez fuzis e uma pistola foram roubados da Central de Transportes (ECT) do Exército, em São Cristóvão. Os armamentos foram recuperados 11 dias depois, em um matagal da Favela da Rocinha, em São Conrado. A ação mobilizou 300 homens. Na época foram feitas diversas operações em morros da cidade.
Um ano depois do roubo, o juiz Marco Aurélio Petra de Mello, da 4ª Auditoria da Justiça Militar, condenou a nove anos de prisão os ex-militares Joelson Basílio da Silva e Carlos Leandro de Souza, ambos de 22 anos. Além deles, Alex Souza Marinho, que está foragido, também foi condenado, a uma pena de oito anos de prisão. Quatro militares, que estavam de plantão na unidade no momento da ação, foram inocentados. O Ministério Público Militar recorreu da decisão.
Em dezembro de 2007, o Centro de Inteligência do Exército (CIE) investigou a suposta relação entre o assassinato do soldado José Gerôncio da Silva, de 21 anos, em Engenheiro Pedreira, distrito de Japeri, na Baixada Fluminense, com o desvio de nove mil balas 7,62, para fuzil automático leve (FAL), do Depósito Central de Munições (DCmun), em Paracambi. Dois soldados foram presos por suspeita de envolvimento no furto da munição.

Bandidos invadiram quartel em Deodoro ano passado
No dia 12 de dezembro do ano passado, dois bandidos armados balearam o soldado do Exército David Soares de Almeida, 19 anos, que estava de serviço numa guarita do 26º Batalhão Paraquedista na Vila Militar, em Deodoro. O militar percebeu a entrada dos criminosos na área externa do quartel e tentou rendê-los. Armado de pistola, um dos criminosos exigiu que o sentinela lhe entregasse seu fuzil calibre 7,62. David reagiu e houve confronto. Alguns tiros pegaram na proteção do abrigo. Outros tiros ou estilhaços atingiram David, que foi socorrido e levado para o Hospital Central do Exército (HCE), em Benfica.
O GLOBO

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Confusão gera confronto entre tropa do Brasil e haitianos "os militares brasileiros violaram todas as regras" Segundo a ADG.


Militares usaram gás e balas de borracha em resgate de colegas no Haiti.

Alfândega diz que funcionários foram 'humilhados' em 'escandalosa' ação.

Tahiane StocheroDo G1, em São Paulo
Militar brasileiro no acampamento Jean Marie Vincent, no Haiti, em imagem de novembro (Foto: Marcelo Casall Jr. / Agência Brasil)Militares brasileiros atuam em missão de paz no
Haiti (Foto: Marcelo Casall Jr./Agência Brasil)
Militares do Brasil entraram em confronto com haitianos no Aeroporto Internacional Toussaint Louverture, em Porto Príncipe, capital do Haiti, no último dia 5 junho. O problema aconteceu quando seis militares brasileiros, que retornavam ao Haiti após férias em Miami, foram retidos por integrantes da alfândega. 


Militares fardados foram até o aeroporto para resgatar os colegas e um policial da Polícia Nacional do Haiti (PNH) tentou prender um soldado brasileiro que não estava uniformizado. Ao deixarem a parte interna do aeroporto, os militares teriam sido atingidos por pedras jogadas por haitianos e funcionários da alfândega. Segundo o coronel Jorge Roberto Lopes Fossi, porta-voz do batalhão brasileiro no Haiti, foi neste momento que reagiram, usando gás lacrimogêneo e tiros de bala de borracha.


A confusão ocorreu após seis militares brasileiros terem supostamente se negado a serem revistados por agentes aduaneiros. Conforme Fossi, os soldados não entenderam qual era a intenção dos funcionários. “O que houve foi um desentendimento por causa da língua, os haitianos usam o créole, semelhante ao francês. Os militares não entenderam e daí houve uma atitude mais agressiva, eles só que reagiram”, diz o coronel ao G1.


Seis militares foram levados para uma área interna do aeroporto e as portas foram fechadas. Um dos militares que ficou retido acionou o comandante do seu pelotão, que foi ao local para ajudá-los.


Segundo o coronel Fossi, os militares tentaram negociar uma saída pacífica, mas funcionários alfândega e policiais do Haiti "tomaram atitudes agressivas". “O tenente conseguiu tirar o pessoal dele que estava trancado no aeroporto e prometeu que pagariam depois, se tivesse algo acima da franquia individual”, afirma.


Na saída, os brasileiros foram atingidos por pedras jogadas por haitianos e funcionários do aeroporto. Foi aí que, diz o oficial, revidaram com gás lacrimogêneo e tiros com balas de borracha. “Eles só usaram armamento não-letal”, diz Fossi.


Investigação
Os brasileiros chegaram a salvo no quartel, mas o caso repercutiu, chegando a ser alvo de pronunciamentos de senadores haitianos em apoio aos funcionários da aduana e pedido informal de explicações por parte do governo do novo presidente, Michel Martelly.
O comando da Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah) e o batalhão brasileiro abriram investigações separadas e a ONU informou que as informações serão repassadas ao presidente do Haiti assim que concluídas. A alfândega informou que irá colaborar com a apuração.


Militares do Brasil que já participaram da missão de paz no Haiti relataram ao G1 que constantemente reclamam de terem bens apreendidos irregularmente na alfândega haitiana ao voltarem de férias para o país. Algumas malas, dizem eles, são abertas, e materiais são retirados sem o consentimento e conhecimento dos passageiros.
'Escandalosa intervenção'
Em nota, a direção-geral da Administração Geral das Aduanas (AGD) do Haiti demonstrou “indignação” com a ação brasileira e apoiou seus funcionários, afirmando que os haitianos “foram humilhados no exercício de suas funções”. O órgão diz ser “solidário a todos agentes de viagens, visitantes, autoridades e turistas que presenciaram o momento da escandalosa intervenção dentre de um espaço considerado neutro pelas convenções internacionais”.


Segundo a ADG, os militares brasileiros “violaram todas as regras em rigor” e que, “com armas em punho, e com uso de gás lacrimogêneo, se opuseram ao controle aduaneiro para favorecer alguns colegas”.

Almirante sem navio (Brasileiro chefia Marinha há 4 meses de escritório em terra)

Almirante sem navio

Brasileiro chefia Marinha da ONU no Líbano há 4 meses de escritório em terra, enquanto espera por embarcação

LUIS KAWAGUTI

À espera da chegada de um navio de guerra brasileiro à missão de paz da ONU no Líbano, o contra-almirante Luiz Henrique Caroli está há quatro meses comandando uma esquadra internacional a partir de um escritório em terra.

O Brasil assumiu o comando da Força Tarefa Marítima da Unifil (missão da ONU no Líbano) em fevereiro de 2011, como parte dos esforços do Itamaraty -iniciados no governo Lula- para fazer do país um ator relevante no cenário do Oriente Médio.

A negociação com a ONU, delineada em agosto de 2010, incluía o envio de uma fragata no primeiro semestre de 2011 e de até 300 fuzileiros e especialistas em desminagem no futuro.

Caroli e seus assessores são hoje responsáveis por oito navios militares, cedidos à ONU por Bangladesh (2), Alemanha (3), Grécia (1), Indonésia (1) e Turquia (1).

Só a embarcação brasileira não chegou, e Caroli precisa contar com a boa vontade desses países para missões em alto-mar.

A frota tem o objetivo de impedir o contrabando de armas pelo mar para o Líbano.
"Todos os navios vêm [de seus países] com a tripulação completa e não têm como acomodar o Estado-Maior do comandante. Então eu tenho que comandar de terra" disse Caroli à Folha.

De um escritório da base da ONU no Líbano, o contra-almirante traça estratégias, planeja operações e controla as estatísticas da missão.

Quando acontece um evento fora do comum -como o encontro de um navio suspeito ou à deriva- , ele é informado por rádio e toma decisões à distância.

"Os embarques que eu faço [em navios] são esporádicos, [começam] de manhã [e vão] até a tarde ou a noite. Eu embarco e desembarco de helicóptero. Só dormi [no mar, durante a missão] duas vezes, em um navio da Indonésia e em um da Turquia".

Segundo o contra-almirante, o problema é que, longe da ação, não é possível ter o controle tático da esquadra.

"O que a Unifil espera, ou esperava, era eu exercer o controle no mar. Seria melhor", afirmou ele.

A pedido do Ministério da Defesa, a Marinha do Brasil concluiu no início de abril um estudo favorável ao envio ao Líbano da fragata Independência. Ela seria comandada por Caroli e se tornaria o navio capitânia da frota da ONU.

A fragata, navio de grande porte armado com canhões e mísseis antinavios, levaria 257 militares e um helicóptero. Ela ficaria ao menos seis meses no Líbano.

Porém, após o retorno do estudo ao Ministério da Defesa, a iniciativa travou -à espera de envio ao Itamaraty e à Casa Civil, para depois ser submetida ao Congresso.

O Ministério da Defesa afirmou que o assunto ainda está sendo estudado porque, na prática, significa enviar tropas ao exterior.
A Folha apurou que diplomatas do Itamaraty envolvidos na negociação são favoráveis ao envio da fragata.

PRESSÃO

Em quatro meses, os brasileiros subiram a média de navios investigados na missão de 16 para 60 por mês.

Mas isso não diminuiu a pressão sobre Caroli, exercida pela ONU, pelo envio imediato da fragata brasileira.

"Minha resposta tem sido: "a Marinha está pronta, mas está aguardando a decisão do Ministério da Defesa e do Congresso"", diz Caroli.

SARGENTO DO EXÉRCITO É PRESO POR FORMAÇÃO DE QUADRILHA, ROUBO E TRÁFICO

 

A PM prendeu ontem(28), o sargento do Exército Brasileiro Bruno Moraes de França, 23, com outros três suspeitos de formar quadrilha.


Manaus - O sargento do Exército Brasileiro Bruno Moraes de França, 23, e outras três pessoas foram presas pelo Polícia Militar (PM), por suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas e roubos. O bando foi preso na zona leste, durante a madrugada de hoje, após, segundo a PM, terem assaltado, horas antes, uma casa, no Ouro Verde.
Com eles foram encontrados uma pistola 380, um revólver calibre 38, além de 200 gramas de entorpecente.
O mesmo grupo, formado também por Dionatas Santana dos Santos, 22, Felipe Oliveira de Souza, 18, e Edimilson Mendes, 24, segundo a Polícia Militar, é suspeito de ter assassinado o universitário Fabrício de Oliveira Alves, 18, durante um assalto, no dia 23 de março deste ano.
O crime ocorreu na Rua Bom Jesus, no Zumbi 3, zona leste. Eles fugiram levando o notebook do rapaz.
A autoria do crime, de acordo com o tenente Jackson Silva, da 11ª Companhia Interativa Comunitária (11ª Cicom) é atribuída a Dionatas. O carro utilizado por eles no dia do crime, um Gol vermelho, de placa NOP-9827, pertence ao sargento Bruno. Em depoimento à polícia, eles negaram envolvimento no assassinato.
De acordo com os policiais da Força Tática do Comando de Policiamento da Área Leste (CPA), o primeiro a ser preso foi Dionatas. Ele foi localizado na Avenida Itaúba, no Jorge Teixeira, logo após ter praticado um roubo. Com base em informações dadas por ele, a polícia conseguiu localizar Bruno.
Na casa dele foram encontradas as armas, a droga e uma motocicleta, de placa JWW-7172.
 
Fonte: Ricardo Montedo

Silencio!!! Ministerio Publico Federal recomenda que Exercito faça silencio em suas atividades


“Gritos de guerra” e uso de instrumentos sonoros tiram sono de moradores de Arapiraca




O Ministério Público Federal em Arapiraca expediu recomendação ao Exército Brasileiro para garantir a paz e sossego dos moradores da Rua Sargento Benevides, no bairro Primavera, incomodados com os “gritos de guerra” e uso de instrumentos de sopro e percussão - corneta, tarol e bumbo – durante treinamentos do Tiro de Guerra 07/01, realizados a partir das 5 horas da manhã.
Conforme relato feito à Procuradoria da República do Município de Arapiraca, o treinamento vem prejudicando sobretudo as crianças. Por isso, o procurador da República José Godoy recomenda que o Exército altere o início do horário da atividade para as 8 horas da manhã, não só na rua Rua Sargento Benevides, no Bairro Primavera, mas em qualquer outra onde aconteçam treinamentos, instruções ou outras práticas militares do gênero.
Também pede que sejam feitas as necessárias adequações de horários das atividades e nas Ordens de Serviço, Quadros de Trabalho, Boletins e Determinações, para que não haja dúvidas quanto à recomendação.
O Exército tem um prazo de dez dias para informar ao MPF quais as medidas tomadas para o cumprimento da recomendação.
FONTE: SCHMITZ http://www.pral.mpf.gov.br/noticias/arquivo/mpfal_recomenda_que_exercito_altere_rotina_de_treinamento_matinal_para_garantir_sossego_pblico/

Justiça determina que a União corte os super salarios.

Justiça ordena que Senado e União cortem supersalários



A Justiça Federal determinou que a União e o Senado cortem os supersalários pagos a servidores públicos.
O juiz Alaôr Piacini, do Distrito Federal, aceitou os argumentos do Ministério Público, que considera inconstitucional a exclusão de algumas verbas do cálculo do teto de R$ 26,7 mil do funcionalismo (valor do salário de um ministro do STF).
Na decisão, que tem caráter liminar, o magistrado determina que os valores recebidos pela participação em comissão, horas extras e gratificações sejam desde já incluídos na conta.
Como a Folha revelou em 11 de maio, o Ministério Público moveu ação na Justiça contra os supersalários com base em dados do TCU (Tribunal de Contas da União).
O tribunal mostrou que, em 2008, mais de R$ 150 milhões foram gastos com pagamentos acima do teto.
Na época, o TCU estimou que ao menos 1.061 servidores da União (administração federal direta) recebiam além do permitido, mas esse número pode ser maior porque o tribunal não teve acesso a dados do Legislativo, Judiciário e Ministério Público.
Em agosto de 2004, 464 servidores do Senado receberam acima do teto, de acordo com o TCU. O Ministério Público diz que esse número deve ser bem maior atualmente, já que houve reajuste dos salários em julho de 2010.
REGRAS
Na decisão, o magistrado também estabeleceu algumas regras para coibir a acumulação ilícita de cargos.
A União deverá exigir dos servidores que assinem um documento dizendo se exercem outro cargo público.
Eles deverão apresentar uma declaração de bens, assim como os ocupantes de cargos comissionados -que deverão apresentá-la no final de cada exercício financeiro e na saída do cargo.
"É preciso estancar, imediatamente, essa sangria de dinheiro público em benefício de servidores (...) que percebem remuneração acima do teto constitucional em razão de cumulação de cargos", diz o juiz na decisão.
Ele também manda que a União abra processo disciplinar contra os servidores que estejam acumulando cargos ilicitamente, descumprindo requisitos como compatibilidade de horários entre os postos e a jornada semanal máxima de 60 horas.
A decisão do magistrado passa a valer a partir da notificação dos órgãos públicos, mas cabe recurso.
A Advocacia-Geral da União diz que já foi intimada da decisão, mas só se manifestará após analisá-la.
Na decisão, o juiz Alaôr Piacini reconheceu que existe "grave lesão à ordem pública" no entendimento atual da União e do Senado quanto ao teto salarial.
Ele sugeriu ao Senado que aplique as mesmas regras do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público). A recomendação não tem caráter mandatório.
Ele determinou uma auditoria nas contas da União entre janeiro de 2010 e janeiro de 2011, pelo TCU e representantes da União e do Ministério Público Federal.
O Senado, por sua vez, tem o prazo de 30 dias para informar os rendimentos de seus funcionários de janeiro de 2010 até maio deste ano.
Em caso de descumprimento da decisão, a Casa deve pagar multa diária de R$ 5.000. Não houve previsão de multa para a União em caso de descumprimento.

VOAR, COMBATER E VENCER!!!

RECONHECIMENTO - Aviação chega aos 64 anos com meios eletrônicos de ponta


A data "celebra o progresso tecnológico alcançado nos últimos anos", ressalta Ordem do Dia



Dos frágeis balões de ar quente utilizados por Duque de Caxias para colher informações sobre o inimigo, em 1867, na guerra do Paraguai, até a era dos modernos sensores usados em aeronaves de última geração. Foram profundas as transformações vivenciadas na trajetória da Aviação de Reconhecimento.


Na Força Aérea Brasileira (FAB), o reconhecimento surgiu no final da década de 40 e comemora, no dia 24 de junho, 64 anos de serviços prestados ao país. A atividade nasceu em 1947, com a ativação do Primeiro Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (1º/10º GAV). Em 1956, houve a primeira grande expansão, com a criação do 6º Grupo de Aviação, constituído pelo Primeiro Esquadrão, dedicado à busca e salvamento, e o Segundo Esquadrão, ao reconhecimento aéreo.
Nessa época, aeronaves R-20, RB-25, A/B-26, B-17 e RC-130E contribuíram decisivamente para a implantação da Aviação de Reconhecimento na Força Aérea e ajudaram a escrever parte da história do Brasil, por meio da realização de levantamentos aerofotogramétricos de parcela significativa do território brasileiro.
Na década de 70, o reconhecimento aéreo experimentou um progresso de fundamental importância para a aviação militar brasileira. Nessa época, foram incorporadas as aeronaves RT-26 e R-95, adaptações feitas nos projetos Xavante e Bandeirante para atender às necessidades operacionais dessa missão. Essas aeronaves e seus equipamentos proporcionaram enorme conhecimento técnico e permitiram um significativo salto doutrinário, lançando as bases para o presente.
O amadurecimento chegou com o RA-1 (AMX), o R-35 (LearJet) e o R-99 (EMB 145), equipados com máquinas fotográficas digitais, sensores eletrônicos e radares imageadores, aliados a avançados sistemas de navegação, entre outros recursos que elevaram a capacidade operacional da Força Aérea.
Os três esquadrões especializados em reconhecimento estão subordinados à Terceira Força Aérea (III FAE).
Importância - Os modernos equipamentos aumentaram a capacidade operacional da FAB, como no caso do emprego do R-99 (foto acima) na operação de busca quando do acidente com a aeronave AF-447, em 2009, no Atlântico. Graças aos modernos sensores, a FAB pôde realizar buscas dia e noite até a localização dos primeiros destroços.

Conheça os esquadrões de reconhecimento
Esquadrão Poker (1º/10º GAV)
Criado em 1947, na Base Aérea de São Paulo, a unidade foi transferido para Santa Maria (RS), em 1978, onde permanece. O esquadrão, além de reconhecimento tático, realiza missões de reconhecimento visual, fotográfico, meteorológico e estratégico. Faz também ataque ao solo, superioridade aérea e interdição.
Esquadrão Carcará (1º/6º GAV)
A unidade nasceu em 1951 no Centro de Treinamento de Quadrimotores (CTQ), na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro, e depois, transferido para Recife (PE), onde opera até hoje. O esquadrão realiza missões de reconhecimento fotográfico, visual e meteorológico.
Esquadrão Guardião (2º/6º GAV)
A unidade foi criada em 1999, como parte do reaparelhamento do Sistema de Vigilância da Amazônia (SIVAM). Depois, o esquadrão foi incorporado à Base Aérea de Anápolis (GO). É a unidade responsável pelo planejamento, execução e supervisão das missões de controle e alarme aéreo antecipado, assim como de sensoriamento remoto e reconhecimento aéreo.



Ordem do Dia da Aviação de Reconhecimento

Brasília, 24 de junho de 2011.

“CONHECER PARA RECONHECER...” ESTA MÁXIMA REFLETE O PRINCIPAL FUNDAMENTO DA AVIAÇÃO DE RECONHECIMENTO NO CONTEXTO DAS OPERAÇÕES AÉREAS, CUJO DIFERENCIAL ESTRATÉGICO E TÁTICO AINDA É A UTILIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO PRECISA E OPORTUNA COMO SUPORTE A DECISÃO.

CONHECER O ADVERSÁRIO E O CONTEXTO QUE O ENVOLVE É DE VITAL IMPORTÂNCIA. UMA FORÇA, POR MAIS PREPARADA QUE SEJA, SERIA INÓCUA SE EMPREGADA EM LOCAL ERRADO, EM MOMENTO IMPRÓPRIO E COM ARMAS INADEQUADAS.

O RECONHECIMENTO AÉREO NA FAB NASCEU EM 1947 COM A ATIVAÇÃO DO 1°/10º GRUPO DE AVIAÇÃO. EM 1956, COM A CRIAÇÃO DO 6º GRUPO DE AVIAÇÃO, NA CIDADE DO RECIFE, SE FIRMOU COMO UMA ATIVIDADE REGULAR NA FORÇA AÉREA.

AERONAVES COMO OS R-20, RB-25, A/B-26, B-17 E RC-130E CONTRIBUÍRAM, DECISIVAMENTE, PARA A CONSOLIDAÇÃO DESSA AVIAÇÃO NO BRASIL E AJUDARAM A ESCREVER PARTE DA HISTÓRIA DA FORÇA AÉREA. PARCELA SIGNIFICATIVA DO NOSSO TERRITÓRIO PÔDE SER EXPLORADA E CATALOGADA POR INTERMÉDIO DOS VOOS DE AEROLEVANTAMENTO.

CONTUDO, FOI NA DÉCADA DE 1970 QUE O RECONHECIMENTO AÉREO EXPERIMENTOU UM PROGRESSO FUNDAMENTAL PARA A AVIAÇÃO MILITAR BRASILEIRA. NESSA ÉPOCA, FORAM INCORPORADAS AO ACERVO DA FAB AS AERONAVES DE FABRICAÇÃO NACIONAL RT-26 E R-95, ADAPTADAS PARA ATENDER ÀS NECESSIDADES OPERACIONAIS DA MISSÃO. ESSES VETORES E SEUS EQUIPAMENTOS POSSIBILITARAM UM SIGNIFICATIVO SALTO DOUTRINÁRIO, O QUE PERMITIU AVANÇOS AINDA MAIS AUDACIOSOS NAS DÉCADAS SUBSEQÜENTES.

POSTERIORMENTE, COM A ENTRADA EM OPERAÇÃO DAS AERONAVES RA-1, R-35 E R-99, FORAM INCORPORADAS NOVAS TECNOLOGIAS QUE PERMITIRAM REALIZAR A MISSÃO DE RECONHECIMENTO COM MAIS PRECISÃO E QUALIDADE.

EQUIPAMENTOS FOTOGRÁFICOS, SENSORES, RADARES IMAGEADORES E AVANÇADOS SISTEMAS DE NAVEGAÇÃO CONCORREM, ATUALMENTE, PARA DESTACAR UMA CAPACIDADE OPERACIONAL NO CONTEXTO SUL-AMERICANO, QUE NÃO SE LIMITA AO ÂMBITO DE OPERAÇÕES MILITARES, MAS TAMBÉM NAS AÇÕES SUBSIDIÁRIAS, DIUTURNAS, QUE CONTRIBUEM PARA O PROGRESSO DO PAÍS.

OS SOFISTICADOS SENSORES DIGITAIS DE IMAGEAMENTO E DE DESIGNAÇÃO LASER INSTALADOS NAS AERONAVES DO 1º/10º GRUPO DE AVIAÇÃO TROUXERAM VANTAGENS COMPETITIVAS PARA A FORÇA AÉREA.A AQUISIÇÃO DE NOVAS CÂMARAS DIGITAIS ÀS AERONAVES LEARJET R-35AM DO 1º/6º GAV PROJETAM, DEFINITIVAMENTE, A SEXAGENÁRIA UNIDADE AÉREA NO CENÁRIO OPERACIONAL DO SÉCULO XXI.

O 2º/6º GRUPO DE AVIAÇÃO, AO LONGO DE SEUS 11 ANOS DE EXISTÊNCIA, JÁ OBTEVE IMAGENS DE MAIS DE SEIS MILHÕES DE QUILÔMETROS QUADRADOS DA FLORESTA AMAZÔNICA, DESTINADAS NÃO SOMENTE À FORÇA AÉREA BRASILEIRA, MAS TAMBÉM AO SIPAM E AO MINISTÉRIO DE MEIO AMBIENTE. A SUA EXCEPCIONAL CAPACIDADE ALIADA ÀS CARACTERÍSTICAS DE FLEXIBILIDADE E PRONTA-RESPOSTA POSSIBILITARAM, TAMBÉM, PARTICIPAÇÕES BEM-SUCEDIDAS, COMO AS QUE OCORRERAM NAS BUSCAS DE AERONAVES ACIDENTADAS, GOL 1907 E AIR FRANCE 447.

MAIS RECENTEMENTE, INCORPORADO A ESTE SELETO GRUPO FOI O 1º/12º GAV, ESQUADRÃO CRIADO EM 2011 COM A MISSÃO DE OPERAR AERONAVES REMOTAMENTE PILOTADAS QUE PERMITEM O VÔO POR UM LONGO PERÍODO DE TEMPO SEM EXPOR SUAS TRIPULAÇÕES AOS RISCOS INERENTES ÀS MISSÕES DE RECONHECIMENTO. O ESQUADRÃO JÁ ESTÁ OPERANDO O SISTEMA ARP RQ-450.

O DIA 24 DE JUNHO, DIA EM QUE SE COMEMORA O NASCIMENTO DA AVIAÇÃO DE RECONHECIMENTO, SE REVESTE, ENTÃO, DE UM SIGNIFICADO ESPECIAL, POIS QUE, AO MESMO TEMPO, RELEMBRA UM PASSADO DE TRABALHO E DE DESAFIOS, E CELEBRA O PROGRESSO TECNOLÓGICO ALCANÇADO NOS ÚLTIMOS ANOS.

HÁ QUE SE OBSERVAR, NO ENTANTO, QUE ESSA PROFÍCUA EVOLUÇÃO NÃO TERIA SIDO POSSÍVEL SEM A DEDICAÇÃO DOS HOMENS E DAS MULHERES QUE LABUTARAM E LABUTAM, INCANSAVELMENTE, NO APRIMORAMENTO TÉCNICO-PROFISSIONAL DESSA NOBRE AVIAÇÃO.

CAROS COMBATENTES, NESTE DIA EM QUE A AVIAÇÃO DE RECONHECIMENTO COMEMORA 64 ANOS DE PROFISSIONALISMO, TENACIDADE E DEDICAÇÃO, EXORTA-NOS SABER QUE, AO CHAMAMENTO DA PÁTRIA, SERÃO OS SENHORES, SEMPRE, OS PRIMEIROS E OS ÚLTIMOS SOBRE O CAMPO DE BATALHA.
PARABÉNS AOS GUERREIROS DO RECONHECIMENTO!


VOAR, COMBATER E VENCER!!!

TEN BRIG AR GILBERTO ANTONIO SABOYA BURNIER
COMANDANTE-GERAL DE OPERAÇÕES AÉREAS
Fonte: Agência Força Aérea

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terça-feira, 28 de junho de 2011

Mais um Soldado preso por roubo, a vez agora é do 1º BAC (1° Batalhão de Ações de Comandos)

Soldado do Exército é preso por roubo em postos de combustível

 

Mais um Soldado preso por roubo, a vez agora é do 1º BAC (1° Batalhão de Ações de Comandos), fato acontecido no dia 27 de junho em Goiânia.




FACA NA CAVEIRA!
NA CAVEIRA DELE É CLARO
FONTE: DANILO ELVIS

Apos enganar a cupula da policia carioca, falso coronel do exército ira responder a Justiça Federal!

PROCESSO DO CORONEL FAJUTO VAI PARA A JUSTIÇA FEDERAL



Processo de falso coronel do Exército vai para a Justiça Federal
SAMPAIO DEIXANDO A CARCERAGEM,
EM DEZEMBRO
O processo contra Carlos da Cruz Sampaio Junior, homem que se fazia passar por tenente coronel da reserva do Exército Brasileiro segue nesta segunda-feira (27) para a Justiça Federal. Ele é acusado do crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.
Segundo denúncia do Ministério Público estadual, o falso coronel trabalhou durante três meses como Coordenador da Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional da Secretaria de Estado de Segurança do Rio até ser preso, em outubro de 2010. Ele já havia exercido cargos na administração pública municipal e estadual, além de ter participado de treinamentos de policiais, ministrado aulas de tiro e comandado operações, dentre outras atividades.
A juíza Maria Tereza Donatti, titular da 29ª Vara Criminal da capital, afirmou que a União suspeita da ocorrência de crime federal. “Acolho o parecer do Ministério Público, pois há interesse da União na apuração da prática de crime de falsificação de documento federal.
Assim, nos termos do artigo 109, inciso IV, da Constituição Federal, declino da competência para uma das Varas Federais Criminais da Seção Judiciária do Rio de Janeiro”, escreveu a juíza na decisão.
JB / montedo

“Soldado por um dia " - Exército Brasileiro realiza com sucesso o evento

Aripuanã: Exército Brasileiro realiza com sucesso o evento “Soldado por um dia "






O dia 26 de junho de 2011 ficará na memória das crianças e dos adolescentes aripuanenses. Buscando se aproximar da população através dos serviços sociais, o Exército Brasileiro realizou nesta data, na Praça São Francisco de Assis, o evento “Soldado por um dia”.
Na oportunidade foram praticadas as seguintes atividades:exposição de armamentos, viaturas e equipamentos militares, camuflagem das crianças, cabo de guerra, passeio em viaturas operacionais, demonstração de lutas, armamento e munição não letal, operação de controle de distúrbio, além de orientações médicas e dentárias.
Dona Maria que foi ao evento acompanhada da neta, relatou que já teve a oportunidade de conferir eventos como este em outras localidades. “Já conheço sobre essas atividades porque tenho um filho que serve a aeronáutica, mas é muito boa essa inclusão da sociedade com eles, pois têm muita gente que nunca chegou perto de um militar do exército”.
Ézio, pai de dois filhos e residente no município há cinco meses afirmou que esta foi a grande chance de levar a criançada para se divertir e conhecer a realidade sobre o Exército Brasileiro. “Trouxe eles para se divertirem e para aproximá-los um pouco mais do exército, pois sempre brincam de soldado e esta é uma grande oportunidade de aprender como funciona as atividades”.
Para o oficial de ligação do 2º Batalhão de Fronteira, Capitão Fernandes o resultado foi altamente positivo. “A sociedade aripuanense está se integrando ao máximo com o soldado do Exército Brasileiro, todas as crianças gostaram muito das atividades, brincaram se divertiram e assim entende-se que o objetivo de integrar o exército à cidade de Aripuanã foi alcançado” salientou Fernandes.
De acordo com o Capitão, o evento deverá ser realizado em outras localidades do município. “Temos o planejamento de realizar o mesmo evento no Jardim Planalto e em outras partes do município que futuramente será divulgado na imprensa local”.
 
Fonte: Danilo Elvis


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