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O projeto Excelências traz informações sobre todos os parlamentares em exercício nas Casas legislativas das esferas federal e estadual, e mais os membros das Câmaras Municipais das capitais brasileiras, num total de 2368 políticos. Os dados são extraídos de fontes públicas (as próprias Casas legislativas, o Tribunal Superior Eleitoral, tribunais estaduais e superiores, tribunais de contas e outras) e de outros projetos mantidos pela Transparência Brasil, como o (financiamento eleitoral) e o (noticiário sobre corrupção).

O projeto disponibiliza espaço para que os políticos retratados apresentem argumentos ou justificativas referentes a informações divulgados no projeto, como noticiário que os envolva, ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas, informações patrimoniais e outras. Para providenciar o registro de algum eventual comentário, solicita-se que o político entre em contacto com a Transparência Brasil.

terça-feira, 31 de maio de 2011

O Free Shop dos militares

O Free Shop dos militares

Ministério Público investiga por que quartéis do Exército e da Aeronáutica requisitaram - e receberam - champanhe, uísque, perfumes, videogames e até calcinhas contrabandeados que foram apreendidos pela Receita Federal

Claudio Dantas Sequeira

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FESTAO Exército recebeu dezenas de garrafas de bebidas alcoólicas e até calcinhas apreendidas
A Receita Federal costuma doar às Forças Armadas mercadorias apreendidas em ações de repressão ao contrabando que possam ser usadas na rotina militar, como peças automotivas, equipamentos de informática e ferramentas. Mas os oficiais-generais têm se aproveitado de uma fiscalização frágil para abastecer os quartéis de bebidas alcoólicas, perfumes importados, jogos eletrônicos e outros itens de luxo. Uma investigação da Procuradoria da Justiça Militar em Santa Maria (RS) descobriu que ente 2005 e 2010 esse expediente irregular foi utilizado pela Aeronáutica e pelo Exército. Há vários casos envolvendo organizações subordinadas ao Comando Militar do Sul, que foi chefiado por dois anos pelo general José Elito Carvalho Siqueira, hoje ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). “As mercadorias doadas devem ter relação com a atividade-fim do órgão. Não me parece que seja o caso”, afirma o promotor Soel Arpini, um dos autores da ação.
Em despacho à Procuradoria-Geral da Justiça Militar, Arpini e o promotor Jorge Cesar de Assis pediram a abertura de procedimento investigatório preliminar. Eles calculam que a caserna tenha recebido pelo menos R$ 2 milhões em produtos de contrabando, sendo R$ 117 mil de bebidas importadas no período. Além de questionar a regularidade das doações, os promotores também alertam para a falta de controle das organizações militares sobre essas mercadorias. Elas não foram registradas no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi) e o controle de entrada e saída nos quartéis é deficiente. “Toda mercadoria que entra na administração precisa ser contabilizada. Se o controle desses produtos não é feito, isso cria condições para desvios”, explica Arpini. Os promotores se deram conta das doações irregulares quando apuravam, por meio de IPM, o extravio de uma carga de R$ 220 mil com milhares de DVDs, CDs virgens e esteiras para caminhada, que haviam sido doados pela Receita à 3ª Divisão de Exército (DE).
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DIVERSÃO
Militares da Aeronáutica terão que explicar o que
fizeram com videogames e mais de dez mil CDs virgens
Subordinada ao Comando Militar do Sul, a 3ª Divisão de Exército, em Santa Maria, aparece na investigação do Ministério Público Militar como um dos principais destinos das bebidas apreendidas. Em 2008, segundo os atos de destinação de mercadorias da Receita, obtidos por ISTOÉ, foram parar no almoxarifado da 3ª DE quase mil garrafas de champanhes franceses, como Veuve Clicquot e Moët & Chandon; uísques Chivas Regal e Johnnie Walker (inclusive Gold Label, de 18 anos), além de vinhos, vodcas, licores e energéticos. A unidade militar solicitou até absinto, uma bebida de alto teor alcoólico que chegou a ser proibida no Brasil. Além da 3ª DE, também receberam vários lotes de bebidas alcoólicas o Parque Regional de Manutenção de Santa Maria, o 13º Grupo de Artilharia de Campanha, o Colégio Militar da mesma cidade e o 18º Batalhão de Infantaria Motorizado. De acordo com o regimento militar, todas as atividades desses órgãos são fiscalizadas pelo Comando Militar do Sul. Embora estivesse no comando entre 2007 e 2008, o ministro-chefe do GSI, general José Elito, disse “desconhecer totalmente” o caso.
img.jpgNADA SEI
Quartéis envolvidos estavam sob o comando do general
José Elito na época, que afirma desconhecer o caso
O Exército, que em nota admitiu as doações, não foi o único a beber na fonte da Receita Federal. A Aeronáutica também solicitou vários lotes por meio da Base Aérea de Santa Maria, do V Comando Aéreo Regional e até do Centro de Comunicação Social, ligado ao gabinete do comandante Juniti Saito. O ato de destinação de mercadorias 083, de junho de 2007, relaciona 434 garrafas de vinho e 142 de uísque, além de outras bebidas, num total de 600 garrafas. Todas para a Base Aérea, que em 2008 pediu mais 660 garrafas variadas, num lote que mais parece a lista de compra de uma festa de arromba, avaliado em R$ 12,5 mil, segundo valores das tabelas de importação da Receita. No mesmo ano, o Comando da FAB em Brasília recebeu, pelo ato 149, de 21 de novembro, 573 garrafas de bebidas importadas, num total de R$ 12 mil. Só da tequila mexicana José Cuervo foram 40 unidades. Os militares alegam que têm autorização para receber essas bebidas e que elas são utilizadas em festividades e eventos comemorativos, como formaturas e aniversários da unidade militar. “As bebidas são controladas. O material doado ao Centro de Comunicação Social foi utilizado ao longo dos anos de 2009 e 2010 em eventos voltados ao público externo”, diz a Força Aérea Brasileira (FAB).
img3.jpgOLHOS VENDADOS
A maior parte das remessas de bebidas foi feita
para unidades sob a fiscalização do Comando Militar do Sul
“As Forças Armadas não são o Itamaraty, que tem como rotina a realização de coquetéis e eventos para autoridades estrangeiras”, diz o procurador do Tribunal de Contas da União (TCU), Marinus Marsico. O próprio TCU considerou irregular a realização de despesas com recepções que não tenham vinculação direta e concreta com os objetivos institucionais da entidade. E, se as bebidas são apenas para uso em festas, como se justifica a doação para a Base Aérea de Santa Maria, em 2008, de uisqueiras de bolso em alumínio? Difícil explicar também o lote de perfumes importados de grandes marcas como Dior, Gucci e Lancôme recebido pela 3ª Divisão de Exército. A investigação dos promotores encontrou ainda doações de dezenas de peças íntimas, como calcinhas e sutiãs, para o Colégio Militar de Santa Maria. Além de bolsas femininas, secadores, chapinhas de cabelo, estojos de maquiagem e bronzeadores entregues à FAB.
Para o promotor Soel Arpini, as versões oficiais são de difícil comprovação e pouco razoáveis. Embora a FAB informe que vários home theater apreendidos foram instalados em quartéis como “ferramenta de suporte à instrução de militares”, o promotor vai cobrar justificativas para o recebimento de teclados musicais Yamaha, videogames Playstation II, com cartões de memória e joystick, bem como DVDs e CD players automotivos e até luz néon para “tunar” carros.

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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Arquivo: Vídeo flagra violência no treinamento do Pelotão de Operações Especiais em Belém

Arquivo: Incidente causou explosões em paiol no DTCA - Veja video amador


Incidente causou explosões em paiol no CTA*








Coluna de fumaça causada por explosões no CTA em São José dos Campos-SP.




O Comando da Aeronáutica divulgou uma nota no site da Força Aérea Brasileira (FAB), onde informa que, hoje (18/02), por volta das 14h15, houve uma seqüência de queima de materiais explosivos em um dos paióis do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), em São José dos Campos (SP). Uma pessoa teve escoriações leves.




Por medida de prevenção, o CTA isolou a área do paiol atingido e evacuou os militares e civis que estavam em instalações nas imediações. O Corpo de Bombeiros foi acionado para apoiar as equipes do CTA de combate a incêndio no atendimento da ocorrência.




O Comando da Aeronáutica informou que iniciou os procedimentos necessários para investigar as circunstâncias do incidente. A nota é assinada pelo brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, chefe do Centro de Comunicação Social Da Aeronáutica.




Segundo o Sindicato dos Servidores Públicos Federais do Vale do Paraíba, logo depois da primeira explosão, foram registradas várias outras com menor intensidade. Servidores da Divisão de Química do IAE/CTA informaram que não houve danos aos prédios ao redor do paiol e todos foram evacuados a tempo. Não se sabe ainda se havia alguém manipulando materiais no paiol.




Há equipes de saúde no local atendendo as vítimas e ainda não sabe se alguma vítima foi encaminhada para o pronto-socorro da Vila Industrial.




Servidores da Divisão de Química do IAE/CTA informaram que não houve danos aos prédios ao redor do paiol, apenas alguns vidros foram quebrados, e todos foram evacuados. O acesso ao IAE foi proibido. Às 15h31, novas explosões, de menor intensidade, foram ouvidas. Segundo o Major Demétrio, do CTA, não houve vítimas fatais.




Um funcionário do INPE, cujas instalações se situam próximas ao CTA, declarou o seguinte ao Jornal Vale Paraibano: “Eu trabalho no Inpe e fui no IAE/CTA no prédio da Química conversar com uma pesquisadora. Cheguei lá por volta das 14h15 e quando estavamos conversando, ouvimos uma explosão que abalou os vidros (mas não quebrou). Todos correram para ver o que tinha acontecido nos corredores. De repente um oficial saiu da sala e começou a gritar: ‘Corre que está explodindo o paiol, corre, corre”. Todos saíram correndo pelos corredores até o outro lado da rua (que só tinha mato). Em seguida ouve-se uma segunda explosão e todos começaram a correr pelo mato olhando para trás. Só víamos fumaça cinza escuro. Ouviu-se então uma série de explosões sequenciais e começamos a correr mais ainda. Perto de onde estávamos caiu um objeto que afundou na terra. Quando estávamos correndo, chegou a primeira viatura de bombeiros do próprio CTA. E cerca de uns três minutos depois chegaram as viaturas da Embraer e em seguida do Corpo de Bombeiros. No grupo que estávamos correndo, conseguimos sair de dentro do IAE, em seguida fecharam a saída do local”.




O leitor do Jornal Vale Paraibano, Elilton, declarou que, “Daqui do Jardim Satélite onde moro em um edifício, pude escutar fortes explosões vindas do CTA e visualizar uma grande cortina de fumaça branca subindo do CTA e que logo em seguida virou uma fumaça negra. A primeira explosão não foi a mais forte. Foi tudo muito rápido”. Já o leitor Leonardo Rennó, informou que, “Meu pai que trabalha no Inpe, disse que lá os prédios tremeram todos”.




O Comando da Aeronáutica ainda não informou as causas do acidente e nem a quantidade de material consumida durante as explosões.





Irmão do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, em três anos como consultor, o militar da reserva participou da intermediação dos dois maiores contratos das Forças Armadas nas últimas décadas

O poderoso coronel Oliva

Irmão do ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, em três anos como consultor, o militar da reserva participou da intermediação dos dois maiores contratos das Forças Armadas nas últimas décadas

Claudio Dantas Sequeira

ImagemEm quase qualquer lugar do mundo a indústria de defesa tem apenas dois tipos de clientes: o Estado ou grupos que querem tomar o controle do Estado. Em qualquer lugar do mundo, também, leva a melhor nesse mercado quem decifra os caminhos do poder, conhece quem tem o controle da chave do cofre e é capaz de influir na elaboração das políticas de regulação do setor. No Brasil, poucas pessoas reúnem esses requisitos como o coronel da reserva Oswaldo Oliva Neto. Desde que deixou o governo o coronel passou a atuar na iniciativa privada, como consultor na área militar, que hoje é alvo de uma plêiade de grupos internacionais – interessados, claro, em abocanhar uma fatia dos bilionários contratos de reaparelhamento das Forças Armadas e de fortalecimento da segurança pública. Em pouco menos de três anos, Oliva Neto foi o responsável pela intermediação dos dois maiores contratos no setor de defesa realizados no Brasil nas últimas décadas – a compra dos helicópteros franceses EC-725 e dos submarinos, também franceses, Scorpéne. Os dois negócios movimentaram mais de R$ 20 bilhões.
Agora Oliva Neto girou suas baterias para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. Seu lance mais recente foi unir a consultoria de sua família, a Penta Prospectiva Estratégica, ao grupo Odebrecht, dono da maior empreiteira do País, a Construtora Norberto Odebrecht. Juntas, as duas empresas criaram a Copa Gestão em Defesa. O primeiro objetivo da nova companhia é entrar na briga pelo fornecimento dos sistemas de inteligência e comunicação militar para a Copa de 2014, um pacote que deve superar facilmente os R$ 2 bilhões. “A ideia é desenvolver um sistema nacional, pois os de fora não atendem às nossas necessidades”, disse o ex-coronel à ISTOÉ.
Oliva Neto, para quem não sabe, é irmão do ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante. Seu pai, o general Oswaldo Muniz Oliva, desfruta da amizade de Lula e atuou como uma espécie de fiador do ex-presidente junto à caserna no início do governo petista, em 2003. E foi justamente a chegada do PT ao poder que garantiu a ascensão de Oliva Neto fora dos quartéis. Dentro deles, a verdade é que ele não chegou a se destacar muito. Foi um aluno regular na Academia Militar das Agulhas Negras, viveu praticamente toda a sua vida em São Paulo e só ocupou um posto de comando, atingindo a patente de coronel.
Oliva começou a crescer em 2004, depois de uma rápida passagem pelo gabinete do comandante do Exército. Foi nomeado secretário executivo do antigo Núcleo de Assuntos Estratégicos (depois transformado em secretaria) e elaborou o projeto “Brasil 3 Tempos”, um plano de metas estratégicas até 2022. Com a queda, por conta do mensalão, do ministro-chefe do Núcleo, Luiz Gushiken, em 2007, Oliva Neto assumiu a pasta interinamente, mas deixou o cargo meses depois e se afastou do governo definitivamente em 2008.
Doutor em planejamento militar pela Escola Superior de Guerra e dono de um MBA executivo na Fundação Getulio Vargas, Oliva Neto refugiou-se na pequena consultoria fundada pelo pai, a Penta, logo após deixar o governo. Até então, a consultoria vinha conseguindo um sucesso modesto na busca de mercado externo para pequenos e médios produtores nacionais. Com a chegada de Oliva Neto, a empresa começou a decolar.
ImagemCom Oliva Neto, a Penta foi uma das responsáveis por garantir o contrato de construção do estaleiro em que serão montados os submarinos Scorpéne comprados da França (quatro convencionais e um nuclear), além de uma nova base naval no Porto de Sepetiba. A Odebrecht foi escolhida pela marinha e terá 59% do estaleiro por meio de uma sociedade de propósito específico, a Itaguaí Construções Navais. “A escolha da Odebrecht ocorreu sem transparência, na brecha da lei de licitações para questões de segurança nacional. Mas tenho dúvidas se o estaleiro se enquadra nisso”, afirma o procurador junto ao TCU, Marinus Marsico. Ao todo foram firmados com a França cinco contratos, um deles para a transferência de tecnologia e outro para fornecimento de mísseis. O investimento será superior a R$ 17 bilhões. Sempre discreto, Oliva Neto também trabalhou ativamente no contrato de R$ 5 bilhões para a compra dos helicópteros EC-725 para marinha, Exército e Aeronáutica.
O último negócio do coronel foi a parceria com a Odebrecht na Copa Gestão em Defesa, cujo capital inicial é de R$ 1 milhão. O negócio mudou o perfil familiar da antiga consultoria. “Agora estamos trabalhando com gente grande, como Microsoft, IBM e Icon”, comemora Oliva Neto, que também ocupa o cargo de diretor de integração de projetos, na Odebrecht Defesa e Tecnologia. O próximo movimento do consultor é conseguir a aprovação da nova Política Nacional de Indústria de Defesa, que define os parâmetros para o desenvolvimento do parque industrial militar e apresenta o conceito de “empresa estratégica de defesa”. Dentre outras exigências, deve ter sede e administração no País, ser aprovada pelo Ministério da Defesa, além de assegurar a participação de representantes da administração pública em seus órgãos consultivos. O texto teve contribuição de Oliva Neto. Mas não agradou a todos. “O Brasil precisa de uma agência reguladora. O Ministério da Defesa não pode fazer esse papel”, diz o consultor em segurança nacional Salvador Raza. Ao que parece, o futuro dessa iniciativa será a prova de fogo do poder do coronel Oliva Neto.

PJM Manaus denuncia conscrito que cumpria o Serviço Militar Obrigatório pela segunda vez

PJM Manaus denuncia conscrito que cumpria o Serviço Militar Obrigatório pela segunda vez

por Assessoria de Comunicação Institucional -Última modificação 27/05/2011 18:12
A Procuradoria de Justiça Militar em Manaus ofereceu denúncia contra conscrito que, com a apresentação de documentação falsa, cumpria o Serviço Militar Obrigatório pela segunda vez. O civil foi denunciado como incurso no crime de falsidade ideológica, art. 312 do Código Penal Militar. Para tentar novamente o ingresso no Exército Brasileiro, o denunciado emitiu nova certidão de nascimento, com nome falso e data de nascimento alterada para poder alistar-se no ano de 2010. Apresentando a documentação falsificada, o civil conseguiu ser incorporado ao efetivo do Comando de Fronteira Solimões, 8° Batalhão de Infantaria de Selva, em Tabatinga-AM, o mesmo em que havia servido em 2004.
Segundo o denunciado, uma semana após ser licenciado, em 2005, ele perdeu seus documentos, ficando cerca de três anos sem documentação. Com o objetivo de tentar nova incorporação ao Exército, decidiu tiraruma nova certidão de nascimento. E assim o fez no Cartório da Comarca de Atalaia do Norte/AM, em 22 de abril de 2009, com outro nome e alterando a data de nascimento para 1988.
O denunciado alega que queria uma nova oportunidade de servir ao Exército, uma vez que, na época em que efetivamente serviu, não teria tido oportunidade de fazer cursos e de engajamento, decidindo, então, alistar-se novamente.
A ação foi descoberta por um capitão do Batalhão, que desconfiou dos documentos recentes usados pelo então soldado e em virtude da dificuldade por ele apresentada em abrir conta bancária. Em conversa com o capitão, o conscrito confessou o delito.
Para o MPM, o denunciado, ao inserir falsa declaração em documento público e apresentar-se com nome falso em todas as fases da seleção do serviço militar, incorreu no crime de de falsidade ideológica que, de acordo com CPM, prevê pena de reclusão de até cinco anos.

Preso acusado de assassinar cabo da Aeronáutica

DIÁRIO DO PARÁ

Presos 3 acusados pela morte de soldado

Investigações que duraram cinco meses levaram policiais civis da Divisão de Homicídios a prenderem, ontem (27), 3 acusados de envolvimento na morte do soldado da Aeronáutica Thiago Pantoja Baracho, ocorrida dia 8 de dezembro último: Pablo Henrique Santos da Silva, de 20 anos, o “Pablo Preto, Thiago Wiglhard Melo Lobo, 19 anos, o “Thiaguinho”, e Wolgrand de Montalvão Fonseca, conhecido como “Gordinho”, que seriam da mesma quadrilha, que segundo informações da delegada da Divisão de Homicídios, Cláudia Renata Guedes, praticavam homicídios e tráfico de drogas no canal Água Cristal, no bairro da Marambaia.
A delegada Cláudia Renata Guedes informou que “Pablo Preto” confessou também a morte de outro criminoso, conhecido como “Baby”. Ele está sendo investigado por outros homicídios na área.
Ouvido pelo DIÁRIO, Pablo Henrique Santos da Silva disse que assaltou o soldado Thiago Pantoja Baracho, roubou a arma do militar, mas não o matou.
Os policiais encontraram, ainda, nas buscas, 75 papelotes de pasta base de cocaína e uma “máscara do pânico”, muito utilizada em assaltos na região metropolitana de Belém. Ainda durante as buscas da polícia, foi encontrada na casa de Wolgrand uma pistola 9mm, de uso das Forças Armadas.
A delegada ressaltou ainda que foram cinco meses de investigações após o mandado de prisão preventiva contra “Thiaguinho”, efetuado pela Vara Militar Federal. “Eles planejaram tudo. Invadiram a área e mataram o soldado com a própria arma do militar. Mas conseguimos a prisão preventiva e ele ficará à disposição da Justiça”.
O CASO ESTAÇÃO
O soldado Thiago Pantoja Baracho, de 20 anos, foi morto quando trabalhava no posto de observação da estação meteorológica da Aeronáutica, dentro do comando do quartel do Corpo de Bombeiros, na avenida Júlio César com a avenida Pedro Álvares Cabral, por volta das 21h do dia 08/12/2010.
INVASÃO
Os assaltantes, depois de invadirem a área militar para roubar uma pistola 9mm e o aparelho celular da vítima, mataram o militar, fugindo em seguida.

domingo, 29 de maio de 2011

Militar da FAB é preso por suspeita de assalto em Manaus



O militar da Aeronáutica, Danilo Queiroz Moraes, 20, e Rafael Felipe Ferreira, 20, foram presos pela Polícia Militar na noite da última quarta-feira (18), suspeitos de praticar um assalto. Segundo a PM, eles foram detidos na rua F, conjunto Mundo Novo, Cidade Nova, Zona Norte.

De acordo com a polícia, a dupla foi reconhecida pelas vítimas, Cintia Brandão e Adriana Silva, que foram assaltadas na rua Barão de Joseguá, Parque das Laranjeiras, Zona Centro-Sul. Elas afirmam ainda, que no momento da abordagem, foram agredidas e ameaçadas pelos assaltantes.
Segundo informações da polícia, eles foram presos após uma ronda da PM, e com a dupla foi encontrada a bolsa de uma das vítimas. De acordo com o delegado plantonista do 12º Distrito Integrado de Polícia (DIP), Lipolito Cordeiro, os dois negaram o crime e disseram que encontraram a bolsa jogada nas proximidades do local do crime.
A Polícia informou que Rafael será encaminhado ainda hoje para a Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, Centro, e Danilo será encaminhado para Base Aérea de Manaus, para que o órgão tome as providências necessárias.
Até o momento a aeronáutica ainda não se pronunciou sobre o assunto.

http://www.emtempo.com.br/dia-a-dia/manaus/4254-militar-da-aeronautica-e-preso-por-suspeita-de-assalto.html

Ex-integrante do Exército será indenizado em R$ 70 mil

Ex-integrante do Exército será indenizado em R$ 70 mil

A sentença baseou-se em laudo de médico perito do juízo

18/5/2011 às 20:0:0 por Assessoria


A Justiça Federal em Alagoas (JFAL) condenou a União Federal ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 70.000,00 a um jovem ex-integrante do Exército em Alagoas, bem como determinou a sua imediata reintegração ao posto militar, com a sua reforma por invalidez e o pagamento dos soldos atrasados.
Segundo o juiz federal da 1ª Vara, André Luís Maia Tobias Granja, o autor comprovadamente adquiriu patologias (esquizofrenia paranóide e traumatismo do nervo radial ao nível do antebraço) incapacitantes para o serviço militar e trabalho em geral, desencadeadas e agravadas em razão de assédio moral cometido ao longo de dois anos por um capitão do exército e de mau funcionamento do serviço médico da corporação.
A sentença baseou-se em laudo de médico perito do juízo, que identificou péssimo prognóstico, afirmando que a “patologia tem um caráter recorrente, progressivo e deteriorante, estando sujeito a episódios agudos apesar do tratamento contínuo”.
“Além do mais, tais conclusões encontram-se em perfeita harmonia com os pareceres das juntas militares acerca da precariedade do estado de saúde mental do autor, bem como com os documentos que instruíram a inicial (fls. 32/107), que demonstram a ocorrência de várias tentativas de suicídio, surtos psicóticos e internações para tratamento psiquiátrico, entre outras ocorrências”, disse André Granja.
O magistrado ainda apontou que “o serviço médico militar da União não funcionou, porquanto, em face da extrema rigidez própria da hierarquia militar, exercida em jovens com os traços de suas personalidades em formação, era de esperar-se um acompanhamento médico minimamente eficiente, de modo a determinar o encaminhamento a especialista, quando presente qualquer indício patológico mental”.
Assédio moral
Desde meados de 2007 até o início de 2009, o autor foi submetido a severas humilhações e perseguições por parte de um capitão do Exército, que o obrigava a executar operações incompatíveis com a sua graduação de 3º sargento, como pintar o muro do quartel em 24 horas, lavar banheiros e fazer faxina geral, dobrar o serviço por falhas na execução de faxina, além de vetar sua participação em cursos de formação e em campeonatos de judô, modalidade em que se destacava.
Segundo André Granja, as testemunhas confirmaram a ocorrência de toda sorte de perseguições, tendo inclusive ambas afirmado que as mudanças no comportamento, de quem antes era considerado um líder na corporação e em artes marciais, só começaram a manifestar-se após a chegada do referido capitão, o qual anunciava não gostar de atletas e dispensava ao autor tratamento público desrespeitoso e ofensivo, impedindo-o sem motivos de participar de campeonatos de artes marciais e obrigado-o a desligar-se do curso de operações especiais do BOPE, faltando apenas quatro dias para o término.
Com o assédio moral sofrido, o seu rendimento caiu, surgindo um quadro depressivo, o qual se agravou bastante com a continuidade das perseguições e humilhações, culminando, em 27/04/2009, com a ocorrência de surto psicótico e tentativa de suicídio que lhe deixaram graves sequelas, não mais podendo realizar movimentos normais com o braço e antebraço esquerdos.
De acordo com o juiz federal, além dos danos à imagem e à auto-estima, houve também danos irreversíveis à sua saúde, cuja gravidade sentenciou o jovem autor ao fim prematuro de sua vida profissional, social e afetiva, daí ter fixado R$ 70.000,00 por danos morais.
A sentença determina ainda que seja oficiado o Ministério Público Federal, para apurar a responsabilidade criminal e por improbidade administrativa do capitão do Exército, bem como o comando do Exército Brasileiro no Estado de Alagoas, para que se empreenda as medidas necessárias a apurar a responsabilidade administrativa do capitão da corporação.

Caminhão do Exército tomba na serra dos Pauzinhos, em Jaciara, veja as fotos do acidente

Caminhão do Exército tomba na serra dos Pauzinhos, em Jaciara




Ferreira Junior
Redação/DIAADIA

Ontem (25), por volta das 12h, foi registrado pela equipe do Samu, um acidente por capotamento de veículo, na BR-364, na localidade conhecida como Serra dos Pauzinhos. O acidente envolvendo um caminhão do 18º GAC – Grupo de Artilharia e Campanha de Rondonópolis-MT (Exército), teve como vitimas Leandro de Moura Nascimento (26) e Jéferson Frazão Leite (22).

Segundo informações repassadas as equipes dos bombeiros e Samu que atenderam a ocorrência, os dois militares do exército, ao trafegarem em um caminhão, carregado de cerâmica e uniformes militares, o motorista perdeu o controle da direção e veio a cair em uma ribanceira de mais ou menos 60 metros. Durante o capotamento na ribanceira os militares foram jogados para fora do veículo.

A guarnição dos bombeiros, juntamente com o Samu, Polícia Militar e militares do Exército Brasileiro que estavam no local, entraram em ação e içaram a vitima Jéferson, após ser encontrado no chão, fora das ferragens, consciente, e com escoriações pelo corpo, bem como na face, mas devido a uma suspeita de fratura na vertebra, o militar não apresentava movimentação nas pernas.

Jéferson foi imobilizado em prancha ribanceira acima até a viatura 110 do bombeiro e em seguida foi levado ao Hospital Municipal de Jaciara e momentos depois, transferido para Rondonópolis em uma unidade de resgate do exército, com dois militares.

Já Leandro, encontrava-se tonto no local, consciente e andando, mas, com um corte contuso de 3 cm no supercílio direito, outro corte contuso de 2 cm na lombar e escoriações no braço direito.

Confira as demais ocorrências registradas na quarta-feira (25).

Um acidente de trânsito com vítima motocicleta foi registrado por volta das 01h55, na Avenida Marajá, ao lado do posto planalto. Flávio da Silva Cardoso, (28), foi encontrado de costas ao solo, consciente, com hálito etílico, sentindo dores no peito e escoriações em mesma região, após ter colidido com sua moto em uma carreta que estava estacionada.

Ocorrências atendidas pela viatura ABT 018:

A primeira foi às 15h30, na Rua Itaúna, no Bairro Santo Antônio. No local a equipe de bombeiros militares capturou uma cobra Jibóia que estava dentro de uma residência.

A Outra por volta das 19h20, foi em uma residência na Rua Tocantins, também no mesmo bairro. Nesta a equipe capturou uma cobra cascavel que estava no quintal da residência.
 
 
 

União Federal é condenada por assédio moral nas Forças Armadas

União Federal é condenada por assédio moral no Exército em Alagoas


Exército em Alagoas
André Luís Maia Tobias Granja, o autor comprovadamente adquiriu patologias (esquizofrenia paranóide e traumatismo do nervo radial ao nível do antebraço) incapacitantes para o serviço militar e trabalho em geral, desencadeadas e agravadas em razão de assédio moral cometido ao longo de dois anos por um capitão do exército e de mau funcionamento do serviço médico da corporação.
A sentença baseou-se em laudo de médico perito do juízo, que identificou péssimo prognóstico, afirmando que a “patologia tem um caráter recorrente, progressivo e deteriorante, estando sujeito a episódios agudos apesar do tratamento contínuo”.
“Além do mais, tais conclusões encontram-se em perfeita harmonia com os pareceres das juntas militares acerca da precariedade do estado de saúde mental do autor, bem como com os documentos que instruíram a inicial (fls. 32/107), que demonstram a ocorrência de várias tentativas de suicídio, surtos psicóticos e internações para tratamento psiquiátrico, entre outras ocorrências”, disse André Granja.
O magistrado ainda apontou que “o serviço médico militar da União não funcionou, porquanto, em face da extrema rigidez própria da hierarquia militar, exercida em jovens com os traços de suas personalidades em formação, era de esperar-se um acompanhamento médico minimamente eficiente, de modo a determinar o encaminhamento a especialista, quando presente qualquer indício patológico mental”.
Assédio moral

Desde meados de 2007 até o início de 2009, o autor foi submetido a severas humilhações e perseguições por parte de um capitão do Exército, que o obrigava a executar operações incompatíveis com a sua graduação de 3º sargento, como pintar o muro do quartel em 24 horas, lavar banheiros e fazer faxina geral, dobrar o serviço por falhas na execução de faxina, além de vetar sua participação em cursos de formação e em campeonatos de judô, modalidade em que se destacava.
Segundo André Granja, as testemunhas confirmaram a ocorrência de toda sorte de perseguições, tendo inclusive ambas afirmado que as mudanças no comportamento, de quem antes era considerado um líder na corporação e em artes marciais, só começaram a manifestar-se após a chegada do referido capitão, o qual anunciava não gostar de atletas e dispensava ao autor tratamento público desrespeitoso e ofensivo, impedindo-o sem motivos de participar de campeonatos de artes marciais e obrigado-o a desligar-se do curso de operações especiais do BOPE, faltando apenas quatro dias para o término.
Com o assédio moral sofrido, o seu rendimento caiu, surgindo um quadro depressivo, o qual se agravou bastante com a continuidade das perseguições e humilhações, culminando, em 27/04/2009, com a ocorrência de surto psicótico e tentativa de suicídio que lhe deixaram graves sequelas, não mais podendo realizar movimentos normais com o braço e antebraço esquerdos.
De acordo com o juiz federal, além dos danos à imagem e à auto-estima, houve também danos irreversíveis à sua saúde, cuja gravidade sentenciou o jovem autor ao fim prematuro de sua vida profissional, social e afetiva, daí ter fixado R$ 70.000,00 por danos morais.
A sentença determina ainda que seja oficiado o Ministério Público Federal, para apurar a responsabilidade criminal e por improbidade administrativa do capitão do Exército, bem como o comando do Exército Brasileiro no Estado de Alagoas, para que se empreenda as medidas necessárias a apurar a responsabilidade administrativa do capitão da corporação.
FONTE:
Assessoria/Jutiça Federal

http://www.agenciamanchete.com.br/?p=8829

sábado, 28 de maio de 2011

O JORNAL O DIA PUBLICOU O RESULTADO DO IPM CONTRA O PROTESTO DE EX-SOLDADOS DIANTE DO COMANDO DA FAB

UM ABSOLVIDO E DOIS CONDENADOS

PROTESTO DE EX-SOLDADOS DIANTE DO COMANDO DA FAB

Leia o relato de um observador sobre sobre o julgamento que três ex-soldados da FAB enfrentaram na Justiça Militar. Ele foi enviado com exclusividade ao blog. Os réus foram processados após protesto pela reintegração à Força feito diante do Comando da Aeronáutica em Brasília. No episódio houve uma confusão e um oficial superior, hoje na reserva, acusou os manifestantes de o terem agredido. Como já divulgado aqui, cerca de 12 mil homens circulam pelo País ostentando dois certificados de reservistas: um expedido pela Aeronáutica e outro por uma das outras duas Forças. Eles reivindicam dos Comandos Militares, do Ministério da Defesa e da Justiça explicação para a situação deles. Como podem ter dois certificados pelo Serviço Militar Inicial? Em caso de convocação, em qual unidade militar devem se apresentar? Eles alegam que, detentores de um primeiro certificado de reservista, atenderam edital da Aeronáutica, foram selecionados por concurso e serviram por seis anos em unidades da FAB, certos que não seriam dispensados. No fim dos seis anos, foram informados que estavam incluídos no Serviço Militar Temporário.
Leia agora o relato do julgamento:
"No dia 18 de maio de 2011, os três ex-soldados acusados sentaram na cadeira dos réus. Havia o representante do Ministério Público Militar(MPM), o advogado de defesa, a juíza, um coronel e três capitães no juri. O representante do MPM leu as alegações sobre os réus. Como não haviam provas de que um de nós havia xingado o brigadeiro que os acusava, este tinha sido apontado somente pelo acusador no processo, o MPM optou indicar a absolvição-lo pois, segundo a legislação, na dúvida, não se condena. Quanto aos outros dois, o MPM pediu a condenação, pois, segundo a acusação, havia evidências, tais como fotografias. O MPM alegou que um desses dois réus debochava e fazia chacota dos militares, por isso manteve o pedido de condenação. O outro, acusado de ter empurrado o escudo na direção de um brigadeiro e tê-lo ferido na sequência, também teve condenação pedida pelo MPM. O advogado de defesa usou de todas as formas para tentar convencer não só o MPM, mais o Júri, que o processo estava viciado, pois a testemunha de acusação, foi o mesmo tenente que abriu o Inquérito Policial Militar para apurar os fatos da confusão no Comando da Aeronáutica. Por fim, depois de o advogado defesa ter falado, finalmente o Juri começou o voto. Primeiro voto foi da juíza, que optou por me absolver o indicado pelo MPM e condenar os outros dois. Segundo Voto: foi de um capitão, que vou como a juíza. Por terceiro, o que mais surpreendeu, foi um outro capitão que antes de falar sobre seu voto, começou a contar como foi a vida dele, mesmo com a juíza pedindo para ele votar logo. Esse capitão chegou retrucar dizendo que para dar o voto precisava fazer uma reflexão. Ele disse maio ou menos assim: 'Sabe, tenho 23 anos de caserna, sei o que é dificuldade, tenho dois filhos e sei o que esses jovens estão passando. Compreeendo perfeitamente o que eles vêm sofrendo. O que mais me deixa chateado é saber que o sonho desses jovens foi frustrado (...) Então Vossa Excelência, eu não só vou absolver o (...) como (... os outros dois) por entender que muitos dos direitos deles foram tirados, pois sei o que é sofrer e sei o que é injustiça poque vim da pobreza." Mais um outro capitão manteve o voto da juíza e por fim também o coronel, seguiu o mesmo voto. O fato é de que foram 4 votos a 1 para condenar dois dos ex-soldados e para absolver um foram 5 votos a 0. O que mais chamou a atenção dos ex-soldados antes de entrar na sala que na pauta de Julgamento estava o nome do brigadeiro que os acusava como civil. (no Diário Oficial da União está que ele foi para reserva remunerada, não chegando às três estrelas). Um dos dos soldados conta que é capaz de perdoar o ex-brigadeiro pelas palavras deferidas contra ele.
Os condenados levaram como pensa 6 meses em regime aberto por ser réus primários e durante dois anos, eles não podem viajar para fora do estado em que moram sem comunicar, Não podem mudar de endereço sem comunicar e a cada três meses. Terão também que ir ao STM assinar um termo de boa conduta. Esse foi o acordo que a Justiça fez com eles para eles não serem presos. Porém, o advogado de defesa vai recorrer."


http://odia.terra.com.br/blog/forcamilitar/

SOLDADO QUE TERIA SIDO ABUSADO ESTÁ SOB AMEAÇA, DIZEM FAMILIARES - VEJA O VIDEO

Meu filho está com medo e sob ameaça”, diz pai de soldado supostamente estuprado
Quatro militares estariam envolvidos na agressão ocorrida em quartel no RS

O pai do soldado de 19 anos que diz ter sido estuprado dentro do quartel de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, afirmou que o filho sofreu ameaças. O militar está internado no hospital de guarnição do Exército.
- Ele tá com medo, tá bastante amedrontado. Perguntei se tinham ameaçado ele (sic) e ele disse que sim.
Segundo relato dos familiares, quatro militares estariam envolvidos no abuso, que teria ocorrido em 17 de maio. De acordo com a acusação, enquanto um segurava a vítima, outros três teriam praticado o ato. A família do militar, que serve no quartel Parque Regional de Manutenção, registrou denúncia na terça-feira (24).
A mãe do jovem denunciou ainda que, ao tentar falar com o filho no hospital foi ameaçada por um subtenente que alegou desacato.
Segundo o advogado da família, Lauro Bastos, a mãe do soldado não pôde permanecer com o filho no quarto.
O defensor relatou também que, ao buscar informações sobre a situação do militar, teria sido informado de que o jovem fez exames de sangue que indicaram que ele é soropositivo.
Segundo o advogado, no entanto, outros dois exames deram resultado negativo. A assessoria de comunicação do Exército informou que o inquérito militar foi aberto um dia após o suposto abuso.
R7

STF NEGA HABEAS CORPUS A MILITAR PROCESSADO POR NÃO DECLARAR TEMPO DE SERVIÇO ANTERIOR

 


Militar processado por declarações falsas tem liminar negada

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou liminar no Habeas Corpus (HC) 108402, em que A.L.S. pretendia anular a ação penal em trâmite na Justiça Militar. Ele responde pelo crime de declaração falsa (artigo 312 do Código Penal Militar), que prevê reclusão de até cinco anos.
No caso, ao ingressar no Exército para serviço temporário, A.L.S. preencheu declaração padrão afirmando que não teria prestado serviço público anterior que pudesse influir na sua contagem de tempo de serviço no Exército.
De acordo com a acusação, ele teria feito a declaração para “permanecer nas fileiras do Exército por período superior ao permitido por lei, em prejuízo da Administração Militar.”
Em sua defesa, o acusado argumenta que a própria juíza-auditora, inicialmente, rejeitou a denúncia por entender que o acusado, ao assinar as declarações, entendeu que se tratava de declaração de serviço público civil e não de serviço militar, pois apresentou, na mesma ocasião de seu ingresso como militar temporário, declaração do Comando da Aeronáutica de que havia servido às Forças Armadas anteriormente.
Ele alega sofrer constrangimento ilegal em virtude da ausência de justa causa da ação penal. Por essa razão, pediu liminar para suspender os efeitos da decisão do Superior Tribunal Militar que, ao receber a denúncia, determinou o retorno dos autos para o processamento da ação penal. No mérito, pede a cassação dessa mesma decisão e o trancamento da ação penal.
Ao negar a liminar, o ministro Dias Toffoli destacou que esse tipo de decisão provisória em habeas corpus é uma medida excepcional e se justifica apenas se houver ilegalidade flagrante ou constrangimento ilegal.
Para ele, não é o caso deste processo, uma vez que não há indicação de que o acusado esteja na iminência de sofrer restrição à liberdade de ir e vir. “Ele está solto e não há ordem de prisão contra ele”, disse.
Além disso, o relator observou que a decisão do STM está “suficientemente motivada” e não caracteriza ilegalidade, abuso de poder ou teratologia que justifique o deferimento da liminar.
STF/CORREIO DO BRASIL

FUNK NA CASERNA: UM SARGENTO-AVÔ ENVERGONHADO.

Funk na caserna: "Meu neto jamais quis ferir a pátria", diz avô de soldado flagrado em vídeo

Em Dom Pedrito, atitude de militares dançarinos é reprovada

Carlos Etchichury | carlos.etchitchury@zerohora.com.br

Policial dedicado, Oliveira busca forças para superar o golpe - Emílio Pedroso / Agencia RBS

O clima é de velório na residência do sargento aposentado da Brigada Militar Alvino Garcia de Oliveira, 72 anos, um dos orgulhos da fronteiriça Dom Pedrito, município de 40 mil habitantes. Policial dedicado, militar cioso de seu ofício, tio Alvino, como as milhares de crianças e adolescentes que participaram de suas palestras sobre educação no trânsito o conhecem, busca forças para superar um golpe. O único neto homem dele, um adolescente de 18 anos, criado como filho desde os primeiros anos de vida, é um dos nove militares flagrados dançando ao som do Hino Nacional no ritmo do funk.
— Eu quero que o povo do Rio Grande e do Brasil saiba que foi um momento de fraqueza desses meninos. Meu neto respeita o Exército. Jamais quis ferir a pátria — desabafa Alvino.
Acompanhado da mulher, a inconsolável Aida Celina da Cunha Oliveira, 67 anos, tio Alvino recebeu Zero Hora quando o neto não estava em casa. Temeroso, o jovem prefere não se manifestar. As imagens dele, fardado, com outros recrutas na 3ª Companhia de Engenharia de Combate Mecanizado chocaram a família. Com a voz embargada, Aida se desculpa:
— Não tenho o que dizer. O senhor me perdoe.
A tristeza dos Oliveira é compreensível. Alvino é daqueles homens obstinados pela profissão, respeitador da hierarquia, defensor da disciplina. Em sua residência de alvenaria, nas imediações do campo do Cruzeiro, faltam paredes para tantas condecorações. Uma delas, a Medalha de Serviço de Policial, foi concedida pelo ex-governador Pedro Simon. Seu único filho, sargento como ele, é considerado um dos policiais mais caxias da região. Tolerava-se, portanto, o envolvimento de qualquer um dos 112 recrutas engajados em março no desrespeito cívico, menos o neto de Alvino:
— Eu espero que o Exército os perdoe, porque foi um ato infantil. Mas aconteça o que acontecer, vou estar ao lado do meu neto.

A cidade abalada por um vídeo - FUNK NA CASERNA

A cidade abalada por um vídeo

FUNK NA CASERNA

CARLOS ETCHICHURY

Em Dom Pedrito, a atitude de militares dançarinos é reprovada, mas as opiniões se dividem no que diz respeito a punições
O clima é de velório na residência do sargento aposentado da Brigada Militar Alvino Garcia de Oliveira, 72 anos, um dos orgulhos da fronteiriça Dom Pedrito, município de 40 mil habitantes. Policial dedicado, militar cioso de seu ofício, tio Alvino, como as milhares de crianças e adolescentes que participaram de suas palestras sobre educação no trânsito o conhecem, busca forças para superar um golpe. O único neto homem dele, um adolescente de 18 anos, criado como filho desde os primeiros anos de vida, é um dos nove militares flagrados dançando ao som do Hino Nacional no ritmo do funk.
Acompanhado da mulher, a inconsolável Aida Celina da Cunha Oliveira, 67 anos, tio Alvino recebeu Zero Hora quando o neto não estava em casa. Temeroso, o jovem prefere não se manifestar. As imagens dele, fardado, com outros recrutas na 3ª Companhia de Engenharia de Combate Mecanizado chocaram a família.
– Eu quero que o povo do Rio Grande e do Brasil saiba que foi um momento de fraqueza desses meninos. Meu neto respeita o Exército. Jamais quis ferir a pátria – desabafa Alvino.
Com a voz embargada, Aida se desculpa:
– Não tenho o que dizer. O senhor me perdoe.
A tristeza dos Oliveira é compreensível. Alvino é daqueles homens obstinados pela profissão, respeitador da hierarquia, defensor da disciplina. Em sua residência de alvenaria, nas imediações do campo do Cruzeiro, faltam paredes para tantas condecorações. Uma delas, a Medalha de Serviço de Policial, foi concedida pelo ex-governador Pedro Simon. Seu único filho, sargento como ele, é considerado um dos policiais mais caxias da região. Tolerava-se, portanto, o envolvimento de qualquer um dos 112 recrutas engajados em março no desrespeito cívico, menos o neto de Alvino:
– Eu espero que o Exército os perdoe, porque foi um ato infantil. Mas aconteça o que acontecer, vou estar ao lado do meu neto.
Pelas ruas de Dom Pedrito, cidade histórica, palco do tratado de Ponche Verde, que pôs fim à Revolução Farroupilha, os “militares dançarinos”, como são chamados, são o principal assunto. As opiniões, unânimes ao reprovar o desatino juvenil, dividem-se no que diz respeito a eventuais punições. Representante da congregação mantenedora da tradicional Escola do Horto, fundada em 1908, irmã Amélia Lain defende:
– O que adianta prendê-los? Eles não devem ser castigados. O importante é retomar o civismo, tão decadente nos últimos dias.
Militares aguardarão em liberdade fim de inquérito
Com nove meses e 21 dias dedicados às Forças Armadas, quando foi recruta na mesma 3ª Companhia de Engenharia de Combate Mecanizado, o taxista Alex Cassal, 39 anos, já viu soldados dorminhocos punidos, valentões detidos, desleixados advertidos. Mas nunca tinha deparado com tamanho disparate:
– Acho que eles serão expulsos.
E complementa:
– Acho que nem o Pico Loco (um personagem conhecido dos moradores de Dom Pedrito) dançaria o Hino Nacional em ritmo funk dentro do quartel.
Ontem, o comandante da 3ª Companhia de Engenharia de Combate Mecanizado, Vasques Robinson Diorgenes Vasques informou que os jovens permanecem em atividade e que devem aguardar em liberdade pelo término de um inquérito militar. Conforme o oficial, é provável que a coreografia tenha sido feita nas dependências do quartel, na semana passada, entre duas atividades.

Oficial da Marinha é preso suspeito de ameaçar funcionários da Justiça

Oficial da Marinha é preso suspeito de ameaçar funcionários da Justiça

Armas, munições e carregadores foram apreendidas na casa de oficial. Ele teria ameaçado matar funcionários de Vara Cível de Teresópolis, diz MP.



Policiais militares do Grupo de Apoio aos Promotores (GAP) e do serviço reservado do 30º BPM (Teresópolis) prenderam em flagrante um oficial reformado da Marinha, de 72 anos, nesta sexta-feira (27), que ameaçou atirar em funcionários da 2ª Vara Cível de Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro. Com ele foram apreendidas duas pistolas 7.65 sem registro (de uso restrito das Forças Armadas), uma arma registrada, 86 munições e cinco carregadores.
De acordo com o Ministério Público do Rio (MP-RJ), o mandado de busca e apreensão foi requerido pela Promotora de Justiça Gisela Pequeno Guimarães, em exercício na 3ª Promotoria Criminal de Teresópolis, após o oficial da Marinha, que tem diversas ações tramitando na 2ª Vara Cível, entrar na repartição pública dizendo aos funcionários, segundo relato deles mesmos, que “tudo de ruim que está acontecendo na minha vida é culpa de vocês” e que voltaria ao local e “mataria um por um”.
O oficial reformado foi levado para a 110ª DP (Teresópolis) e o MP-RJ deverá oferecer denúncia contra ele nos próximos dias.

Soldado do exército é preso em MS levando 87 kg de maconha para SP

Soldado do exército é preso em MS levando 87 kg de maconha para SP

Flagrante aconteceu durante barreira da Polícia Federal em rodovia. Droga estava nas rodas de caminhonete conduzida pelo militar.

Ricardo Campos Jr.

Um soldado do Exército de 23 anos foi preso durante a tarde desta sexta-feira (27) transportando aproximadamente 87 quilos de maconha dentro das rodas de uma caminhonete. O flagrante aconteceu durante barreiras de rotina da Polícia Federal (PF) na rodovia que liga Amambai a Campo Grande, trecho localizado na fronteira com o Paraguai, distante aproximadamente 342 quilômetros da capital.
Segundo informações da Polícia, o jovem ficou nervoso durante a abordagem e provocou a desconfiança dos agentes. A droga, que estava acondicionada em tabletes dentro dos quatro pneus, havia de desprendido e o movimento do veículo fez com que ela fosse triturada.
O rapaz, de acordo com a PF, confessou que levaria o entorpecente até Sorocaba, em São Paulo, onde entregaria para um desconhecido.
Segundo a Polícia, o militar servia no 17º Regimento de Cavalaria Mecanizado de Amambai (17º RCMec) e também no destacamento em Coronel Sapucaia, município a 380 quilômetros de Campo Grande. Ele foi levado para o 11º Regimento de Cavalaria Mecanizado em Ponta Porã, onde ficará à disposição da justiça.


Perigo - Sono de operador e rádio pirata quase causaram colisões

Perigo - Sono de operador e rádio pirata quase causaram colisões

Relatórios obtidos por VEJA detalham 24 situações de risco na região de Brasília. Uma delas envolveu avião da Presidência

Gabriel Castro

A manobra feita por uma aeronave da TAM na região de Brasília não foi um incidente isolado. VEJA teve acesso aos relatórios das 24 ocorrências semelhantes registradas em 2010 (a maioria, em dezembro) somente na região da capital federal. A conclusão é assustadora. Há documentos que mostram aeronaves desobedecendo os controlares, interferência de rádios piratas e a exaustão dos responsáveis por monitorar os voos e falhas de comunicação.
Uma das aproximações perigosas ocorreu em 11 de dezembro entre um jato da TAM e uma pequena aeronave. Em sua defesa, o controlador justifica, candidamente: “Estava efetuando coordenações com o controle Brasília e Uberaba e não observei o conflito”. Ele lista também um fator importante que contribuiu para o lapso: “Dormi muito pouco a noite anterior, em decorrência de problemas com insônia devido à alta carga de trabalho. O meu sono está totalmente desregulado. Raramente consigo dormir quatro horas seguidas”.
Em uma quase-colisão registrada em três dias antes, o supervisor conta que duas aeronaves, uma da TAM e uma da Azul, iniciaram um processo de descida simultaneamente num espaço exíguo. O comandante da primeira aeronave não respondia. A separação mínima chegou a 300 metros – o que, para uma aeronave que chega a 800 quilômetros por hora, significa pouco mais do que um segundo.
O excesso de tráfego também é citado como a causa de algumas ocorrências. Em alguns casos, não há sequer uma justificativa: o relatório apenas conta como o controlador constatou a falha e a corrigiu.
Em 15 de dezembro, outro incidente envolveu um voo da TAM e um jato da Força Aérea geralmente usado pela Presidência da República. Dessa vez, o funcionário alega que a aeronave comercial desobedeceu seus comandos. "O controlador de voo não autorizou em nenhum momento o início da descida".
A interferência de uma rádio pirata também causou uma aproximação perigosa entre um voo da American Airlines e um da TAM, em 30 de novembro. A baixa qualidade da comunicação entre a torre e a aeronave da companhia brasileira gerou um mal-entendido e, consequentemente, a quase-colisão.
As situações, é bom ressaltar, ocorreram no espaço aéreo da capital do país, onde fica a própria sede da Força Aérea Brasileira.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Funk - Militares dançam ao som do HINO NACIONAL!!!

Vídeo caseiro mostra jovens de 18 anos dançando em quartel de Dom Pedrito
O Exércitou abriu inquérito para apurar quem é o autor de um vídeo polêmico em que seis soldados, de 18 anos de idade, aparecem dançando o Hino Nacional em ritmo de funk. O vídeo foi gravado dentro do quartel de Dom Pedrito, no interior do Rio Grande do Sul.

O vídeo tem um minuto e 25 segundos de duração e ficou cerca de 15 horas disponível na internet, tempo suficiente para agitar os 40 mil habitantes do município gaúcho.

Assista ao vídeo:

http://noticias.r7.com/cidades/noticias/soldados-sao-filmados-dancando-funk-ao-som-de-hino-nacional-no-rs-20110527.html



Um minuto e 25 segundos de vídeo foram capazes de colocar o único quartel de Dom Pedrito, na região da Campanha do Rio Grande do Sul, no alvo dos principais comentários da cidade de 40 mil habitantes. As imagens mostram seis soldados — a maioria de 18 anos — da 3ª Companhia de Engenharia de Combate Mecanizada cantando e dançando o Hino Nacional no ritmo do funk. As imagens teriam sido gravadas dentro da unidade.

>>> Assista ao vídeo que causa polêmica em Dom Pedrito



A gravação, que teria sido feita no início da semana, ficou postada na internet por 15 horas. Um inquérito policial militar foi aberto para investigar o caso. Na cidade, também teriam circulado boatos de que o grupo estaria preso no quartel. A informação da prisão foi negada.

O comandante da unidade, major Vasques Robinson Diorgenes Vasques, garante que a única providência tomada pelo Exército foi abrir o inquérito policial militar para apurar quem foi o autor do vídeo e as circunstâncias em que ele foi feito.

Leia a história completa na edição digital de Zero Hora e nas bancas


O que diz a lei:
Constituição FederalÉ vedada a execução de quaisquer arranjos vocais do Hino Nacional, a não ser o de Alberto Nepomuceno.

Não será permitida a execução de arranjos artísticos instrumentais do Hino Nacional que não sejam autorizados pelo presidente da República, ouvido o Ministério da Educação e Cultura.

É obrigatória a tonalidade de si bemol para a execução instrumental simples do Hino Nacional. O canto dever ser sempre uníssono (a mesma altura).
Código Penal MilitarPraticar o militar, diante da tropa ou em lugar sujeito à administração militar, ato que se traduza em ultraje a símbolo nacional.

Pena: detenção de um a dois anos.


 

BOMBA!!!! Perigo no ceús!!! Controladora de voo pede beijo a artista e poe milhares de vida em risco.

Aeronáutica pediu tempo para responder, assessoria de Ivete Sangalo não quis se pronunciar!!


http://terratv.terra.com.br/Noticias/Brasil/4194-366138/Controladora-tieta-cantora-e-poe-trafego-aereo-em-risco.htm

SARGENTO DO EXÉRCITO DESAPARECE EM RIO DA AMAZÔNIA, VEJA AS FOTOS

SARGENTO DO EXÉRCITO DESAPARECE EM RIO DA AMAZÔNIA





Buscas pelo sargento do exército desaparecido continuam no Juruá

Mais de 40 homens do Exército e do Corpo de Bombeiros estão envolvidos nas buscas, além de uma aeronave e 11 embarcações.


O Sargento de infantaria Elias Teixeira Cunha, 30 anos, despareceu durante a travessia do Rio Amônia, após a embarcação em que se encontrava, ter afundado no dia (24), terça feira. O militar retornava da cidade de Marechal Thaumaturgo para o destacamento Especial de Fronteira, daquela localidade, onde está servindo.
No momento, o exército realiza buscas na região, com a finalidade de encontrar o militar. O comando militar da região do 61º BIS informou que uma mega operação de resgate está sendo conduzida com o apoio de cerca de quatro mergulhadores do corpo de bombeiros, 40 militares, 11 embarcações e uma aeronave.
Segundo o exercito, o militar Sgt Elias Teixeira, no momento do acidente encontrava-se dispensado, ou seja, fora do horário de expediente e que a embarcação envolvida era de propriedade civil.
O RIO BRANCO
Nota do editor: o 2º Sargento Cunha é da turma de Infantaria da ESA(2001).

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